18. Porque é que a Sagrada
Escritura ensina a verdade?
105-108
135-136
Porque o próprio Deus é o
autor da Sagrada Escritura: por isso ela é dita inspirada e ensina sem erro
aquelas verdades que são necessárias para a nossa salvação. Com efeito, o
Espírito Santo inspirou os autores humanos, os quais escreveram aquilo que Ele
nos quis ensinar. No entanto, a fé cristã não é «uma religião do Livro», mas da
Palavra de Deus, que não é «uma palavra escrita e muda, mas o Verbo Encarnado e
vivo» (S. Bernardo de Claraval).
19. Como ler a Sagrada
Escritura?
109-119
137
A Sagrada Escritura deve ser
lida e interpretada com a ajuda do Espírito Santo e sob a condução do
Magistério da Igreja segundo três critérios: 1) atenção ao conteúdo e à unidade
de toda a Escritura; 2) leitura da Escritura na Tradição viva da Igreja; 3)
respeito pela analogia da fé, isto é, da coesão entre si das verdades da fé.
20. O que é o cânone
das Escrituras?
120
138
O Cânone das Escrituras é a
lista completa dos escritos sagrados, que a Tradição Apostólica levou a Igreja
a discernir. O Cânone compreende 46 escritos do Antigo Testamento e 27 do Novo.
21. Que importância tem o
Antigo Testamento para os cristãos?
121-123
Os cristãos veneram o Antigo
Testamento como verdadeira Palavra de Deus: todos os seus escritos são
divinamente inspirados e conservam um valor permanente. Eles dão testemunho da
divina pedagogia do amor salvífico de Deus. Foram escritos sobretudo para
preparar o advento de Cristo Salvador do universo.
22. Que importância tem o
Novo Testamento para os cristãos?
124-127
139
O Novo Testamento, cujo
objecto central é Jesus Cristo, entrega-nos a verdade definitiva da Revelação
divina. Nele, os quatro Evangelhos de Mateus, Marcos, Lucas e João, enquanto
são o principal testemunho da vida e da doutrina de Jesus, constituem o coração
de todas as Escrituras e ocupam um lugar único na Igreja.
23. Que unidade existe
entre o Antigo e o Novo Testamento?
128-130
140
A Escritura é una, uma vez
que única é a Palavra de Deus, único é o projecto salvífico de Deus, única a
inspiração divina dos dois Testamentos. O Antigo Testamento prepara o Novo e o
Novo dá cumprimento ao Antigo: os dois iluminam-se mutuamente.
24. Qual a função da
Sagrada Escritura na vida da Igreja?
131-133
141
A Sagrada Escritura dá
sustento e vigor à vida da Igreja. É para os seus filhos firmeza da fé,
alimento e fonte de vida espiritual. É a alma da teologia e da pregação
pastoral. Diz o Salmista: ela é «lâmpada para os meus passos, luz no meu
caminho» (Sal 119,105). Por isso, a Igreja exorta à leitura frequente da
Sagrada Escritura, uma vez que «a ignorância das Escrituras é ignorância de
Cristo» (S. Jerónimo).
Fonte: www.vatican.va
terça-feira, 7 de julho de 2020
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020
quinta-feira, 16 de janeiro de 2020
segunda-feira, 23 de dezembro de 2019
A verdadeira história do Natal
A humanidade comemora essa data desde bem antes do
nascimento de Jesus. Conheça o bolo de tradições que deram origem à festa
Roma,
século 2, dia 25 de dezembro. A população está em festa, em homenagem ao
nascimento daquele que veio para trazer benevolência, sabedoria e solidariedade
aos homens. Cultos religiosos celebram o ícone, nessa que é a data mais sagrada
do ano. Enquanto isso, as famílias apreciam os presentes trocados dias antes e
se recuperam de uma longa comilança.
Mas
não. Essa comemoração não é o Natal. Trata-se de uma homenagem à data de
“nascimento” do deus persa Mitra, que representa a luz e, ao longo do século 2,
tornou-se uma das divindades mais respeitadas entre os romanos. Qualquer
semelhança com o feriado cristão, no entanto, não é mera coincidência.
A
história do Natal começa, na verdade, pelo menos 7 mil anos antes do nascimento
de Jesus. É tão antiga quanto a civilização e tem um motivo bem prático:
celebrar o solstício de inverno, a noite mais longa do ano no hemisfério norte,
que acontece no final de dezembro. Dessa madrugada em diante, o sol fica cada
vez mais tempo no céu, até o auge do verão. É o ponto de virada das trevas para
luz: o “renascimento” do Sol.
Num
tempo em que o homem deixava de ser um caçador errante e começava a dominar a
agricultura, a volta dos dias mais longos significava a certeza de colheitas no
ano seguinte. E então era só festa. Na Mesopotâmia, a celebração durava 12
dias. Já os gregos aproveitavam o solstício para cultuar Dionísio, o deus do
vinho e da vida mansa, enquanto os egípcios relembravam a passagem do deus
Osíris para o mundo dos mortos.
Na
China, as homenagens eram (e ainda são) para o símbolo do yin-yang, que
representa a harmonia da natureza. Até povos antigos da Grã-Bretanha, mais
primitivos que seus contemporâneos do Oriente, comemoravam: o forrobodó era em
volta de Stonehenge, monumento que começou a ser erguido em 3100 a.C. para
marcar a trajetória do Sol ao longo do ano.
A
comemoração em Roma, então, era só mais um reflexo de tudo isso. Cultuar Mitra,
o deus da luz, no 25 de dezembro era nada mais do que festejar o velho
solstício de inverno – pelo calendário atual, diferente daquele dos romanos, o
fenômeno na verdade acontece no dia 20 ou 21, dependendo do ano. Seja como for,
o culto a Mitra chegou à Europa lá pelo século 4 a.C., quando Alexandre, o
Grande, conquistou o Oriente Médio. Centenas de anos depois, soldados romanos
viraram devotos da divindade. E ela foi parar no centro do Império.
Mitra, então, ganhou uma celebração
exclusiva: o Festival do Sol Invicto. Esse evento passou a fechar outra farra
dedicada ao solstício. Era a Saturnália, que durava uma semana e servia para
homenagear Saturno, senhor da agricultura. “O ponto inicial dessa comemoração
eram os sacrifícios ao deus. Enquanto isso, dentro das casas, todos se
felicitavam, comiam e trocavam presentes”, dizem os historiadores Mary Beard e
John North no livro Religions
of Rome (“Religiões de Roma”, sem tradução para o português).
Os mais animados se entregavam a orgias – mas isso os romanos faziam o tempo
todo.
E, enquanto isso, uma religião nanica
que não dava bola para essas coisas crescia em Roma: o cristianismo
Solstício cristão
As
datas religiosas mais importantes para os primeiros seguidores de Jesus só
tinham a ver com o martírio dele: a Sexta-Feira Santa (crucificação) e a Páscoa
(ressurreição). O costume, afinal, era lembrar apenas a morte de personagens
importantes. Líderes da Igreja achavam que não fazia sentido comemorar o
nascimento de um santo ou de um mártir – já que ele só se torna uma coisa ou
outra depois de morrer. Sem falar que ninguém fazia idéia da data em que Cristo
veio ao mundo – o Novo Testamento não diz nada a respeito.
Só
que tinha uma coisa: os fiéis de Roma queriam arranjar algo para fazer frente
às comemorações pelo solstício. E colocar uma celebração cristã bem nessa época
viria a calhar – principalmente para os chefes da Igreja, que teriam mais
facilidade em amealhar novos fiéis. Aí, em 221 d.C., o historiador cristão
Sextus Julius Africanus teve a sacada: cravou o aniversário de Jesus no dia 25
de dezembro, nascimento de Mitra. A Igreja aceitou a proposta e, a partir do
século 4, quando o cristianismo virou a religião oficial do Império, o Festival
do Sol Invicto começou a mudar de homenageado.
“Associado
ao deus-sol, Jesus assumiu a forma da luz que traria a salvação para a
humanidade”, diz o historiador Pedro Paulo Funari, da Unicamp. Assim, a
invenção católica herdava tradições anteriores. “Ao contrário do que se pensa,
os cristãos nem sempre destruíam as outras percepções de mundo como rolos
compressores. Nesse caso, o que ocorreu foi uma troca cultural”, afirma outro
historiador especialista em Antiguidade, André Chevitarese, da UFRJ.
Não
dá para dizer ao certo como eram os primeiros Natais cristãos, mas é fato que
hábitos como a troca de presentes e as refeições suntuosas permaneceram. E a
coisa não parou por aí. Ao longo da Idade Média, enquanto missionários
espalhavam o cristianismo pela Europa, costumes de outros povos foram entrando
para a tradição natalina. A que deixou um legado mais forte foi o Yule, a festa
que os nórdicos faziam em homenagem ao solstício. O presunto da ceia, a
decoração toda colorida das casas e a árvore de Natal vêm de lá. Só isso.
Outra
contribuição do norte foi a idéia de um ser sobrenatural que dá presentes para
as criancinhas durante o Yule. Em algumas tradições escandinavas, era (e ainda
é) um gnomo quem cumpre esse papel. Mas essa figura logo ganharia traços mais
humanos.
Nasce o Papai Noel
Ásia
Menor, século 4. Três moças da cidade de Myra (onde hoje fica a Turquia)
estavam na pior. O pai delas não tinha um gato para puxar pelo rabo, e as
garotas só viam um jeito de sair da miséria: entrar para o ramo da
prostituição. Foi então que, numa noite de inverno, um homem misterioso jogou
um saquinho cheio de ouro pela janela (alguns dizem que foi pela chaminé) e
sumiu.
Na
noite seguinte, atirou outro; depois, mais outro. Um para cada moça. Aí as
meninas usaram o ouro como dotes de casamento – não dava para arranjar um bom
marido na época sem pagar por isso. E viveram felizes para sempre, sem o
fantasma de entrar para a vida, digamos, “profissional”. Tudo graças ao sujeito
dos saquinhos. O nome dele? Papai Noel.
Bom,
mais ou menos. O tal benfeitor era um homem de carne e osso conhecido como
Nicolau de Myra, o bispo da cidade. Não existem registros históricos sobre a
vida dele, mas lenda é o que não falta. Nicolau seria um ricaço que passou a
vida dando presentes para os pobres. Histórias sobre a generosidade do bispo,
como essa das moças que escaparam do bordel, ganharam status de mito. Logo
atribuíram toda sorte de milagres a ele. E um século após sua morte, o bispo
foi canonizado pela Igreja Católica. Virou são Nicolau.
Um
santo multiuso: padroeiro das crianças, dos mercadores e dos marinheiros, que levaram
sua fama de bonzinho para todos os cantos do Velho Continente. Na Rússia e na
Grécia Nicolau virou o santo nº1, a Nossa Senhora Aparecida deles. No resto da
Europa, a imagem benevolente do bispo de Myra se fundiu com as tradições do
Natal. E ele virou o presenteador oficial da data.
Na Grã-Bretanha, passaram a chamá-lo
de Father Christmas (Papai Natal). Os franceses cunharam Pére Nöel, que quer
dizer a mesma coisa e deu origem ao nome que usamos aqui. Na Holanda, o santo
Nicolau teve o nome encurtado para Sinterklaas.
E o povo dos Países Baixos levou essa versão para a colônia holandesa de Nova
Amsterdã (atual Nova York) no século 17 – daí o Santa Claus que os ianques
adotariam depois. Assim o Natal que a gente conhece ia ganhando o mundo. Mas
nem todos gostaram da idéia.
Natal
fora-da-lei
Inglaterra,
década de 1640. Em meio a uma sangrenta guerra civil, o rei Charles 1º
digladiava com os cristãos puritanos – os filhotes mais radicais da Reforma
Protestante, que dividiu o cristianismo em várias facções no século 16.
Os
puritanos queriam quebrar todos os laços que outras igrejas protestantes, como
a anglicana, dos nobres ingleses, ainda mantinham com o catolicismo. A idéia de
comemorar o Natal, veja só, era um desses laços. Então precisava ser extirpada.
Primeiro,
eles tentaram mudar o nome da data de “Christmas” (Christ’s mass, ou
Missa de Cristo) para Christide (Tempo de Cristo) – já que
“missa” é um termo católico. Não satisfeitos, decidiram extinguir o Natal numa
canetada: em 1645, o Parlamento, de maioria puritana, proibiu as comemorações
pelo nascimento de Cristo. As justificativas eram que, além de não estar
mencionada na Bíblia, a festa ainda dava início a 12 dias de gula, preguiça e
mais um punhado de outros pecados.
A
população não quis nem saber e continuou a cair na gandaia às escondidas. Em
1649, Charles 1º foi executado e o líder do exército puritano Oliver Cromwell
assumiu o poder. As intrigas sobre a comemoração se acirraram, e chegaram a
pancadaria e repressões violentas. A situação, no entanto, durou pouco. Em 1658
Cromwell morreu e a restauração da monarquia trouxe a festa de volta. Mas o
Natal não estava completamente a salvo.
Alguns
puritanos do outro lado do oceano logo proibiriam a comemoração em suas bandas.
Foi na então colônia inglesa de Boston, onde festejar o 25 de dezembro virou
uma prática ilegal entre 1659 e 1681. O lugar que se tornaria os EUA, afinal,
tinha sido colonizado por puritanos ainda mais linha-dura que os seguidores de
Cromwell. Tanto que o Natal só virou feriado nacional por lá em 1870, quando
uma nova realidade já falava mais alto que cismas religiosas.
Tio Patinhas
Londres,
1846, auge da Revolução Industrial. O rico Ebenezer Scrooge passa seus Natais
sozinho e quer que os pobres se explodam “para acabar com o crescimento da
população”, dizia. Mas aí ele recebe a visita de 3 espíritos que representam o
Natal. Eles lhe ensinam que essa é a data para esquecer diferenças sociais,
abrir o coração, compartilhar riquezas. E o pão-duro se transforma num homem
generoso.
Eis o enredo de Um Conto de Natal,
do britânico Charles Dickens. O escritor vivia em uma Londres caótica, suja e
superpopulada – o número de habitantes tinha saltado de 1 milhão para 2,3
milhões na 1a metade do século 19. Dickens, então, carregou
nas tintas para evocar o Natal como um momento de redenção contra esse estresse
todo, um intervalo de fraternidade em meio à competição do capitalismo
industrial.
Depois, inúmeros escritores seguiram a
mesma linha – o nome original do Tio Patinhas, por exemplo, é Uncle Scrooge, e
a primeira história do pato avarento, feita em 1947, faz paródia a Um Conto de Natal.
Tudo isso, no fim das contas, consolidou a imagem do “espírito natalino” que
hoje retumba na mídia. Quer dizer: quando começar o próximo especial de Natal
na televisão, pode ter certeza de que o fantasma de Dickens vai estar ali.
Outra
contribuição da Revolução Industrial, bem mais óbvia, foi a produção em massa.
Ela turbinou a indústria dos presentes, fez nascer a publicidade natalina e
acabou transformando o bispo Nicolau no garoto-propaganda mais requisitado do
planeta. Até meados do século 19, a imagem mais comum dele era a de um bispo
mesmo, com manto vermelho e mitra – aquele chapéu comprido que as autoridades
católicas usam.
Para se
enquadrar nos novos tempos, então, o homem passou por uma plástica. O cirurgião
foi o desenhista americano Thomas Nast, que em 1862, tirou as referências
religiosas, adicionou uns quilinhos a mais, remodelou o figurino vermelho e
estabeleceu a residência dele no Pólo Norte – para que o velhinho não
pertencesse a país nenhum. Nascia o Papai Noel de hoje. Mas a figura do bom
velhinho só bombaria mesmo no mundo todo depois de 1931, quando ele virou
estrela de uma série de anúncios da Coca-Cola. A campanha foi sucesso imediato.
Tão grande que, nas décadas seguintes, o gorducho se tornou a coisa mais
associada ao Natal. Mais até que o verdadeiro homenageado da comemoração. Ele
mesmo: o Sol.
Por Alexandre Versignassi e Thiago Minami
Fonte:
www.super.abril.com.br
quinta-feira, 5 de dezembro de 2019
Universidade de Coimbra é a mais antiga de Portugal, e foi fundada em 1290 por Dom Dinis, o Rei Trovador.
![]() |
| Universidade de Coimbra |
CATEGORIAS: OFICINA DE TROVAS
Este Pano de fundo
(Universidade de Coimbra) é a mais antiga de Portugal, fundada em 1290 por Dom
Dinis, o Rei Trovador. Documento, datado de 1 de Março de 1290, dá início ao
Estudo Geral (Studium General) e é reconhecido no mesmo ano pelo Papa Nicolau
IV.
A Universidade começou a
funcionar em Lisboa e foi transferida para Coimbra em 1308, alternando entre as
duas cidades até ao século XVI, em 1537, altura em que foi instalada
definitivamente na cidade de Coimbra.
Todo este processo
transformou Coimbra numa cidade universitária, a "Cidade dos
Estudantes", uma cidade dedicada ao conhecimento e aos estudos, cercada
por um cenário repleto de tradição.(C.C.S.
Festival Pôr do Sol Cultural chega ao seu último final de semana em 2019
![]() |
| Atrações do Pôr do Sol Cultural atraem turistas e frequentadores da orla de Maceió |
De 6 a 8 de dezembro vários grupos se apresentam no Posto 7, orla da
Jatiúca
Texto de Júlya Rocha
O projeto Pôr do Sol Cultural chega ao último
final de semana de apresentações artísticas e culturais deste ano. Promovido
pela Secretaria de Estado da Cultura (Secult), a qiuinta edição do evento tem
proporcionado lazer aos alagoanos e turistas, no fim de tarde, na orla de
Jatiúca, em Maceió.
O Festival tem como objetivo oferecer aos
artistas alagoanos um palco onde possam mostrar seus talentos. Desde o dia 22
de novembro a diversas atrações da terra passaram pelo Posto 7.
“O projeto foi abraçado pela população
alagoana e tem sido um sucesso. É uma oportunidade para os nossos grupos
culturais e bandas locais se apresentaram para um público abrangente e
receptivo, além de ser uma oportunidade de mostrarmos aos turistas um pouco
mais da cultura alagoana”, destacou a secretária de Estado da Cultura, Mellina
Freitas.
Confira
a programação:
06/12
17h – Grupo Percussivo Baque Alagoano
18h – Igbonan Rocha
19h - Black Balanço
07/12
17h – Bumba Meu Boi Dragão
18h – Abanos do Forró
19h – Luís Moral
08/12
17h30 – Projeto Cultural Sexta da Boa Música
18h – Fator 4
19h – Banda Nukomando
Fonte: www.cultura.al.gov.br
quarta-feira, 6 de novembro de 2019
Imprensa Oficial vende livros com descontos de até 50% durante a bienal
Com mais de 140 títulos publicados, a maior
editora do estado lança catálogo promocional com exclusividade para a Bienal,
com descontos que variam entre 30% e 50%
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Catálogo promocional, com exclusividade para a Bienal,
oferece descontos que variam entre 30% e 50%. Foto: Ascom Imprensa Oficial
Texto de Ascom Imprensa Oficial
Presença confirmada na 9ª Bienal
Internacional do Livro de Alagoas, a Imprensa Oficial Graciliano Ramos, maior
editora do estado, preparou um feirão de livros com desconto em todos os
títulos do catálogo, com exceção dos lançamentos. A promoção é válida durante
todos os dias da Bienal e os livros podem ser adquiridos tanto no estande da
Imprensa Oficial no Armazém Usina quanto no Arquivo Público, que sedia as ações
institucionais da organização, ambos funcionam das 10h às 22h.
Com livros a partir de R$ 5,00, o
feirão é uma ótima oportunidade para os amantes da literatura adquirirem as
obras publicadas pela Imprensa Oficial Graciliano Ramos. Mais de 60 títulos do
catálogo estão na promoção por R$ 10,00 reais. Toda coleção de literatura
infantil, a coco de roda, está com 50% de desconto. Clássicos da literatura
alagoana, como “Ninho de Cobras” e “Calabar”, de Lêdo Ivo, também estão com 50%
de desconto e saem por R$25,00.
Além dos livros de literatura
também estão disponíveis no catálogo títulos de gastronomia, fotografia e
títulos acadêmicos. “Exceto os lançamentos, todas as publicações da
editora estão com descontos muito atrativos que variam de 30% a 50%, ou
mais”, ressalta Dagoberto Omena, diretor-presidente da Imprensa Oficial.
Para conferir os preços dos
livros da Graciliano no evento basta acessar o catálogo com os descontos pelo
link: http://tinyurl.com/imprensaoficialnabienal2019
A Imprensa Oficial Graciliano
Ramos também conta com uma programação diferenciada para a criançada durante
todos os dias da Bienal: pintura facial, das 10h às 12h e das 14h às 17h, e
contação de história, das 10h30 às 11h30 e das 14h30 às 15h30. A programação
infantil é gratuita e estará aberta ao público até o dia 10 de novembro, na
sede do Arquivo Público de Alagoas.
Fonte: www.agenciaalagoas.al.gov.br
segunda-feira, 4 de novembro de 2019
Clubes-empresa estão do topo à zona de rebaixamento na Série B
Carlos Petrocilo
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Fundado em 1921, o Figueirense mudou seu modelo de gestão de associação para clube-empresa em agosto de 2017 e cedeu 95% do seu controle para investidores. Em troca, a parceira Elephant Participações S/A sanaria dívidas de R$ 77 milhões entre impostos, fornecedores e ações trabalhistas.
Dois anos depois, o time catarinense está na zona de rebaixamento da Série B do Campeonato Brasileiro, com 32 pontos, a sociedade com a Elephant foi rompida e a dívida passou para R$ 110 milhões, segundo o presidente da agremiação, Francisco Assis Filho.
Com 35 pontos, logo acima do Figueirense na tabela, está o Londrina, outro clube-empresa. Das 20 equipes da segunda divisão, 5 (25%) deixaram de ser associações e adotaram a gestão empresarial nos últimos anos.
O caso mais bem-sucedido é o do Bragantino, líder com 62 pontos e muito próximo de garantir o acesso para a Série A. Botafogo-SP e Cuiabá, fora do G4 no momento, ainda têm chances de subir.
Cada time na Série B recebe R$ 6 milhões com a venda dos direitos de transmissão, a principal fonte de renda para eles. Esse valor é suficiente para honrar, no máximo, três meses de salários do elenco do Bragantino. A Red Bull, empresa de bebidas energéticas sediada na Áustria, é quem banca mais da metade das despesas.
A multinacional austríaca, que até o começo deste ano investia apenas no time Red Bull, com sede em Campinas, decidiu comprar o Bragantino por R$ 50 milhões. Há três anos, o clube estava rebaixado à Série C e disputava a Série A-2 do Campeonato Paulista.
O aporte dos austríacos, que pagam até R$ 9 mil como “bicho” por vitória, permitiu a montagem de um elenco que sobra na segunda divisão nacional. Para 2020, o Bragantino tem os planos de se manter na elite e fazer uma ampla reforma no estádio Nabi Abi Chedid.
O Botafogo de Ribeirão Preto deu um salto após receber um aporte inicial de R$ 8 milhões da empresa Trex Holding, que detém 40% das ações do clube. As decisões são tomadas pelo conselho de administração, composto por 7 membros, sendo 3 indicados pelo Botafogo, dois pela Trexx e outros dois independentes.
“Não é fácil implementar o novo modelo, justamente porque é muito diferente do que estamos acostumados no Brasil. Mas as vantagens são os recursos financeiros a custo menores, gestão técnica com regras de governança e distante do ambiente político”, afirma o gestor da S/A Gustavo Vieira de Oliveira, que é filho de Sócrates.
O aporte de R$ 8 milhões representou 40% do valor da marca Botafogo, avaliado na ocasião em R$ 20 milhões. O contrato foi assinado em maio de 2018 e, no final do ano, o clube conquistou o acesso à Série B. Em 2019, reformou o estádio Santa Cruz e vendeu naming rights para a Eurobike, rede de concessionárias da BMW.
O Cuiabá chegou à segunda divisão ao subir junto com o Botafogo, em 2018. Fundado em 2001 por Gaúcho, ex-atacante de Palmeiras e Flamengo, o Cuiabá Esporte Clube LTDA foi adquirido em 2009 pelos irmãos Dresch, empresários do ramo de borracha que já patrocinavam o time.
O clube está registrado na Receita Federal com capital social de R$ 10 mil e tem como sócios Alessandro Dresch e Cristiano Luiz Dresch.
Na outra ponta da tabela, o Figueirense tem sido o principal exemplo negativo do modelo. No dia 20 de agosto, os atletas do time catarinense se recusaram a entrar no gramado, por causa de salários atrasados, e a equipe perdeu para o Cuiabá por WO.
O acordo entre o Figueirense e seu investidor inicialmente seria válido por 20 anos. A Elephant teve direito aos lucros da sociedade, além de assumir ativos e passivos. Para sanar o passivo, segundo Assis Filho, ficou acordado que a empresa destinaria 10% de toda a arrecadação (com bilheterias, programa sócio-torcedor, cotas de televisão, entre outros).
“A empresa não destinou nenhum valor para liquidar ou amenizar a dívida e não fez investimentos no futebol. Quando reassumimos, o clube não tinha nenhum patrocínio. O gestor se limitava a fazer empréstimo e vender jogadores da base”, disse o dirigente.
A reportagem não localizou o Cláudio Honigman, representante da Elephant.
Assis Filho afirma que, diante da dívida do Figueirense em 2017, era impossível acreditar que o clube sobreviveria sem um investidor. A agremiação continua registrada na Receita Federal como uma empresa limitada, à procura de um novo sócio, enquanto acompanha as discussões no Congresso sobre os incentivos ao modelo.
O senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG) propõe uma estrutura específica, a Sociedade Anônima do Futebol. A redação da lei define que os clubes teriam que recolher 5% do seu faturamento mensal, uma cobrança única referente a Imposto de Renda, PIS/Pasep, Contribuição Sobre Lucro Líquido e Cofins.
O deputado Pedro Paulo (DEM-RJ) elabora uma proposta para que as entidades tenham incentivos, como refinanciamento de dívidas com o governo e parcelamentos na área cível e ações trabalhistas, desde que adotem modelos conhecidos no mercado, como a S/A e LTDA.
quarta-feira, 23 de outubro de 2019
Chá de Memória: poesia, debate sobre legado de Delmiro Gouveia e lançamento de livro
quarta-feira, 28 de agosto de 2019
Ex-Palmeiras, alagoano Cleiton Xavier confirma aposentadoria
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