quinta-feira, 28 de junho de 2018

Beleza, história e cultura do Quilombo são pauta na TV Globo


Equipe do Programa Como Será ? passou a semana em gravação em União dos Palmares
Programa mostra ações de inclusão, diversidade, da luta contra o racismoFoto: Kaio Fragoso
Texto de Thiago Tarelli


A terra e a história de Zumbi dos Palmares, líder da resistência negra e indígena nos tempos de colônia, será pauta de uma edição do programa Como Será, da TV Globo. As gravações aconteceram essa semana em União dos Palmares e a edição será exibida no mês de agosto.


Unir passado e presente das comunidades quilombolas é um dos intuitos da edição gravada em Alagoas. O apresentador Alexandre Henderson ressalta a importância do lugar e de contar sua história."A reportagem está sendo muito bacana. Fazer um trabalho desse está no DNA do Como Será. A gente trabalha muito com essas questões de inclusão, diversidade, da luta contra o racismo. É um programa que faz parte da responsabilidade social da Globo e eu fico muito orgulhoso, primeiro porque pisei poucas vezes em um Quilombo e estar aqui no Quilombo de Palmares tem uma força muito grande. A gente podendo levar isso para uma tv aberta, num programa de sucesso,  é muito legal porque o racismo e o preconceito racial estão na agenda de discussão no país e precisamos aprofundar esse discussão", contou Alexandre Henderson.

Sobre a experiência vivida no Quilombo, o apresentador Alexandre se disse emocionado. "Foi uma experiência profissional e pessoal incrível. Eu senti a dor e a delícia de ser negro. Quando se fala de quilombo, a gente fala de resistência, de tolerância religiosa. Aqui aconteceu um dos maiores genocídios da história do mundo e isso merece ser contado para muitas pessoas até para se criar no país um sentimento de empatia que ainda falta no Brasil. A região pode, não só pelas belezas naturais, mas pelo teor histórico que a terra viveu, discutir isso de uma forma bastante profunda", afirmou.


O "Como Será?" é exibido nacionalmente sempre aos sábados durante a manhã e tem duração de duas horas, divididos em três blocos. Para a secretária de Cultura do município de União dos Palmares, Dorinha Cavalcante, a visibilidade da tv aberta nacional será importante para região. "Será uma visibilidade muito importante para o nosso município, esperamos que contribua para o desenvolvimento do turismo da nossa cidade", contou Dorinha Cavalcante.
Para o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico e Turismo, Rafael Brito, a mídia espontânea pode se tornar um grande diferencial na atração de turistas para a região. "A região dos Quilombos está cada vez mais forte na atração de turistas. Duas horas de exibição da nossa cultura e atrativos em um veículo como a TV Globo com certeza irá contribuir ainda mais para o desenvolvimento da região. Além disso, obras estruturantes em andamento, como o acesso a Serra da Barriga, realizado pelo Governo do Estado, também podem contribuir para fortalecer esse importante produto turístico e melhorar a qualidade de vida para a população local, com geração de renda e emprego", ressalta o secretário Rafael Brito.

Fonte: www.agenciaalagoas.al.gov.br

segunda-feira, 11 de junho de 2018

OS DEZ MANDAMENTOS (1956)




A HISTÓRIA E O FILME DO CINEASTA CECIL B. DeMILLE 

Durante o governo de Ramsés I no Antigo Egito, o faraó é informado de que os escravos hebreus acreditam que uma estrela vista recentemente anuncia a chegada de um libertador. O faraó, então, ordena a morte de todas as crianças do sexo masculino nascidas de mães judias.

Jocabed, uma escrava judia, consegue salvar o seu filho, abandonando-o dentro de uma cesta nas águas do Nilo. A criança é encontrada por Bítia, uma jovem viúva filha do faraó, que lhe dá o nome de Moisés. Declarando que seu filho será um príncipe do Egito, Bítia obriga sua criada Memnet a jurar que nunca revelará a verdadeira origem da criança, mas esta secretamente guarda o cueiro que ela vestia. Moisés é criado como um príncipe.

Trinta anos depois, o irmão de Bítia, Seth, torna-se faraó. Na época, Moisés é muito amado pelos egípcios, até mais do que o próprio filho do faraó, Ramsés II. Este tem uma profunda inveja de Moisés, que acaba de voltar da Etiópia depois de uma estrondosa vitória militar. O faraó repreende Ramsés por não ter concluído a cidade do tesouro para o seu próximo jubileu. Este diz que seu fracasso foi devido à teimosia dos escravos hebreus. Por insistência de Ramsés, Moisés é enviado para supervisionar a construção da nova cidade, muito a contragosto de Nefretiri, a princesa que deve se casar com o herdeiro do faraó. Esta acha-se apaixonada por Moisés, que partilha a sua paixão, apesar de Seth não ter anunciado se Moisés ou Ramsés irá sucedê-lo.

Em Gósen, onde a nova cidade está sendo construída, Moisés supervisiona Baka, o grande construtor de coração frio. No local, também se acha Datã, um hebreu cruel que se tornou um supervisor. Datã e Baka, ambos desejam Lília, uma escrava que se acha apaixonada pelo cortador de pedras, Josué. Um dia, Jocabed, agora uma mulher de idade, é quase esmagada pelas enormes pedras que estão sendo utilizadas na construção da nova cidade. Josué é condenado à morte por tentar salvá-la e, em seguida, Lília corre na multidão para encontrar Moisés e implorar sua misericórdia.

Ao examinar a cena, Moisés liberta Jocabed e Josué, e decreta que não só os exaustos escravos devem ter um dia de descanso, como devem ser alimentados a partir dos celeiros do templo. Logo, a cidade fica quase concluída, e embora Ramsés e os sacerdotes gananciosos tentem jogar Seth contra Moisés, Seth fica satisfeito com o progresso por ele obtido. Seth anuncia sua intenção de nomear Moisés seu sucessor, mas Memnet, determinada a não deixar um hebreu sentar-se no trono do Egito, revela a verdade sobre seu nascimento à Nefretiri.

Desesperada para proteger seu amado, Nefretiri mata Memnet e tenta encobrir suas ações. Ela confessa tudo a Moisés, no entanto, quando este encontra o cueiro. Espantado com a notícia, Moisés procura Jocabed, a quem Nefretiri revela ser sua mãe. Ele a encontra exatamente no momento em que Bítia está suplicando para que ela deixe o Egito antes que ele descubra a verdade. Diante de tal situação, Jocabed não consegue negar que ele seja seu filho. Moisés aceita sua origem.

Depois de ser saudado por Miriam e por seu irmão Aarão, Moisés começa a trabalhar nos poços de lama, a fazer tijolos ao lado dos escravos que um dia ele comandou. Embora Jocabed esteja convencida de que o filho é o libertador, ele permanece em dúvida sobre o Deus dos hebreus.

Mais tarde, Nefretiri implora a Moisés para voltar para o palácio antes que Seth tome conhecimento de sua situação. O argumento de Nefretiri de que ele pode ajudar melhor o seu povo depois que se tornar faraó parece influenciar Moisés, mas ele afirma que primeiro tem que ver Baka, que obrigou Lilia a ser sua escrava. Moisés chega quando o frio construtor está prestes a chicotear Josué, que tinha vindo para resgatar Lilia. Enfurecido por sua insensibilidade, Moisés o mata e, em seguida, revela sua origem para Josué.

Espantado, o cortador de pedra declara que Moisés é o libertador, e suas palavras são ouvidas por Datã, que informa Ramsés. No dia do jubileu de Seth, Ramsés anuncia que capturou o libertador hebreu, oportunidade em que Moisés é apresentado acorrentado aos cortesãos.  Abalado, Seth pergunta-lhe se ele lideraria os escravos numa revolta contra ele, ocasião em que Moisés confessa que os libertaria se pudesse. De coração partido, Seth anuncia que Ramsés irá sucedê-lo e se casar com Nefretiri, deixando o destino de Moisés nas mãos do futuro faraó. Em seguida, Ramsés o escolta até a margem do vasto deserto, onde o deixa dizendo: “Vá adiante em busca de seu reino”. Apesar da falta de água e de alimentos, Moisés atravessa o deserto até chegar à Madiã, onde, exausto, senta-se junto a um poço. As sete filhas de Jetro, sacerdote de Madiã, vêm tirar água do poço para dar de beber às ovelhas do pai, quando encontram Moisés. Alguns pastores se aproximam para expulsá-las, mas Moisés as defende e, em seguida, dá de beber ao seu rebanho. Ao tomar conhecimento do ocorrido, Jetro o acolhe em sua casa e ele termina se casando com a filha mais velha, Séfora. Anos depois, o casal tem um filho, Gerson, enquanto no Egito, o agora faraó Ramsés tem um filho com Nefretiri.

Um dia, quando conduzia o rebanho para além do deserto, Moisés chega ao monte de Deus, Horeb. Ao avistar uma sarça ardente, ele sobe o morro e ouve a voz de Deus que lhe ordena a voltar ao Egito, a fim de liderar os israelitas em sua jornada até o Sinai, onde receberão as Leis de Deus. Tocado pela luz do Espírito Eterno, ele decide voltar ao Egito, ocasião em que Josué, que havia escapado de lá, e Séfora pedem para acompanhá-lo.

Ao chegar ao Egito, Moisés confronta Ramsés, exigindo a liberdade de seu povo. O faraó ri de sua exigência, enquanto Nefretiri se emociona ao vê-lo vivo. Mesmo quando Moisés faz com que seu cajado se transforme numa serpente que engole as dos sacerdotes egípcios, Ramsés continua a ignorar seus pedidos por acreditar que se trata de um truque de mágica, até mesmo quando o Egito é atingido por nove pragas. Quando Moisés transforma o Nilo em sangue por sete dias, os consultores de Ramsés o aconselham a ceder às suas exigências, mas o faraó ainda insiste em que deve haver uma explicação natural para o fenômeno. Ao voltarem a se encontrar, Ramsés comunica a Moisés que, no dia seguinte, seus soldados irão matar todos os primogênitos hebreus, mas suas palavras se voltam contra ele, pois, enquanto os hebreus protegem seus filhos pintando suas portas com sangue de cordeiro, uma peste se espalha e mata cada filho primogênito egípcio, incluindo o próprio filho do faraó.

De luto, Ramsés concede a liberdade dos escravos exigida por Moisés, iniciando-se o êxodo do Egito. A vingativa Nefretiri, no entanto, zomba do marido até que ele ordena que seus homens persigam os escravos libertados. Quando as forças egípcias encontram os hebreus na altura do Mar Vermelho, Datã tenta fazer com que o povo se revolte contra Moisés por achar que ele os está levando para a morte. Entretanto, para demonstrar o poder do Senhor, Moisés usa seu cajado para abrir um caminho no Mar Vermelho e permitir que seu povo o atravesse sem risco, enquanto uma coluna de fogo retém os egípcios. Quando o fogo se dissipa, Ramsés dá ordens para que seus soldados cruzem o Mar Vermelho, mas antes que eles possam alcançar os hebreus, Moisés restaura o mar e os egípcios são afogados. Derrotado, Ramsés retorna ao palácio e lá declara a Nefretiri que o Deus de Moisés não pode ser desafiado.

Logo depois, Moisés conduz seu povo à base do Monte Sinai e sobe a montanha para receber as Leis de Deus. Quarenta dias se passam, deixando as pessoas cada vez mais ansiosas. Datã, mais uma vez, exorta o povo a matar Moisés e retornar ao Egito, onde pelo menos podem encontrar comida. Datã assegura que, se eles seguirem um ídolo egípcio, estarão a salvo da ira do faraó. A Aaron é, então, ordenado que construa um enorme bezerro dourado. Enquanto isso, no Monte, Moisés testemunha o dedo de Deus esculpir seus Dez Mandamentos em duas tábuas de pedra.

Ao descer do Sinai para partilhar as leis, Moisés fica horrorizado ao ver o povo adorando o bezerro. Datã tenta desafiá-lo, mas Moisés joga as tábuas no chão, causando um imenso terremoto que engole os não crentes. Embora sejam forçados pela ira de Deus a vagar pelo deserto por quarenta anos, Moisés e seu povo continuam fortes em sua fé, até que um dia, eles chegam ao Rio Jordão onde, do outro lado, encontra-se a terra prometida.

Moisés informa sua família que Deus lhe disse para não atravessar o rio. Assim, ele entrega seu cajado e seu manto a Josué, ungindo-o como o novo líder. Com as tábuas restauradas na Arca da Aliança, Moisés exorta seu povo a proclamar a liberdade em toda a terra e, em seguida, dá adeus enquanto sobe o Monte Nebo.

Cena do filme biblíco da Paramount Pictures, 1956
COMENTÁRIOS

Com quase três horas e meia de duração, “Os Dez Mandamentos”, além de ser um filme cativante e de bom gosto, é um épico no verdadeiro sentido da palavra. Produzido e dirigido pelo cineasta Cecil B. DeMille, sua história gira em torno da vida de Moisés, príncipe egípcio que descobre ser sua mãe biológica uma escrava hebréia, e que é escolhido por Deus para libertar seu povo do Egito e para receber, no alto do Monte Sinai, as tábuas com os Dez Mandamentos escritos pelo Senhor.

Trata-se do último filme de DeMille como diretor. Dois anos depois, ele encerraria definitivamente sua carreira no mundo do cinema, ao trabalhar como produtor executivo do filme “Lafitte, o Corsário”, de Anthony Quinn, na época seu genro.

Com um grande orçamento, tudo nesse filme é gigantesco: enormes cenários, milhares de figurantes, etc. O elenco é igualmente impressionante. Em sua interpretação de Moisés, Charlton Heston apresenta um carisma extraordinário. Yul Brynner, por outro lado, nos faz acreditar ser ele um membro da realeza egípcia daquela época. Aos dois, somemos ainda as interpretações de Anne Baxter como a princesa Nefretiri, Edward G. Robinson como o traidor Datã, Vincent Price como o frio construtor Baka, Yvonne De Carlo como a esposa de Moisés, Debra Paget como a escrava Lília, John Derek como Josué, John Carradine como Aarão, irmão de Moisés, Martha Scott como Jocabed e Nina Foch como a filha do faraó e mãe de criação de Moisés, todos muito bem. Apenas uma ressalva para a escalação de Nina Foch como mãe adotiva de Moisés, uma vez que, na vida real, Charlton Heston (o filho) é seis meses mais velho que ela (a mãe).

“Os Dez Mandamentos” nos brinda ainda com inúmeras cenas memoráveis, tais como a abertura do Mar Vermelho para a passagem dos hebreus, as diversas pragas que assolam o Egito, especialmente aquela que transforma as águas do Rio Nilo em sangue, entre outras.

Ganhador do Oscar de Melhores Efeitos Especiais, o filme recebeu ainda cinco outras indicações, inclusive a de melhor filme do ano.

O filme foi produzido pelos Estúdios da Paramount Pictures, em VistaVision, Technicolor 35mm. Anos depois acompanhando a mágia do cinema, nos foi apresentado em CINERAMA, 70mm e Som Stereofonic.

Fonte: www.75anosdecinema.pro.br

quinta-feira, 31 de maio de 2018

Qual é a origem do feriado de Corpus Christi?

Corpus Christi significa "corpo de Cristo", em latim. É uma data celebrada pela Igreja Católica.
Foto: Ângelo D`amico

A frase em latim "Corpus Christi" foi campeã de buscas na internet nesta quarta-feira (30), véspera do feriado. Muitos brasileiros já marcam a data de hoje no calendário como um dia para viajar ou descansar.

O que poucos sabem é que não se trata de um feriado nacional, mas sim de ponto facultativo. Ou seja, na maioria das cidades, os empregadores não têm obrigação de liberar os funcionários. Cada empresa decide se vai ou não paralisar os serviços por um dia.

A regra é outra em cidades que aprovaram leis tornando Corpus Christi um feriado municipal. Para a alegria de quem se programa todo ano para tirar o dia de folga, muitos municípios optaram por isso. É o caso, por exemplo, do Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Maceió (AL) e Vitória (ES).
No Distrito Federal, por outro lado, esta quinta-feira será dia de ponto facultativo. E aquela "enforcada" da sexta-feira para viabilizar uma viagem ou um descanso mais longo depende, também, da boa vontade de cada empresa.
Alguns dos tribunais de Brasília, como o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Superior Tribunal de Justiça (STJ), folgarão nesta quinta-feira, mas trabalharão normalmente na sexta-feira. No Congresso Nacional, deputados e senadores devem ter nesta quarta as últimas sessões da semana.

Mas o que quer dizer Corpus Christi?

Significa, em latim, "corpo de Cristo". É uma data móvel celebrada pela Igreja Católica sempre 60 dias depois do domingo de Páscoa ou na quinta-feira seguinte ao domingo da Santíssima Trindade. Na tradição católica, esta quinta-feira é considerada o dia no qual Jesus Cristo instituiu o sacramento da eucaristia.
De acordo com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), no Corpus Christi se celebra a "presença real de Jesus Cristo no pão e no vinho".
A celebração de Corpus Christi foi instituída em 1264 pelo papa Urbano IV
Desde quando a data é celebrada?
A festa foi instituída pelo papa Urbano IV, no dia 8 de setembro de 1264 - ele publicou uma bula papal sobre o tema, chamada de "Transiturus", instituindo a data e concedendo indulgências às pessoas que fossem à missa neste dia. Segundo alguns biógrafos, o papa medieval incumbiu o filósofo e teólogo italiano São Tomás de Aquino (1255-1274) de redigir um rito ("ofício") para a celebração da data.
Urbano, porém, morreu poucos anos após instituir a festa, em outubro do mesmo ano - o que acabou retardando a adoção das celebrações. A comemoração de Corpus Christi só "pegaria" para valer décadas depois, quando a data foi reafirmada pelo Concílio de Viena, em 1311.
Uma forma tradicional de celebrar é com uma procissão em alusão à caminhada do "povo de Deus" em busca da Terra Prometida.
Em Portugal, o dia é chamado também de "Corpo de Deus", e é comemorado às vezes com procissões pelas ruas - que também acontecem em algumas cidades do Brasil. Em algumas cidades brasileiras, há o costume de adornar as ruas com "tapetes" feitos de serragem colorida e outros materiais.
Fonte: www.bbc.com

quarta-feira, 16 de maio de 2018

Imprensa Oficial lança edital para profissionais de Comunicação


Iniciativa marca comemoração aos 10 anos da Revista Graciliano e contempla jornalistas, fotógrafos e ilustradores
o objetivo é celebrar a consolidação do projeto editorial, ofertar mais oportunidades de trabalho para profissionais da Comunicação e presentear os leitores alagoanos com novas publicações.       Roger Ferraz


Texto de Myllena Diniz
Em comemoração aos 10 anos da Revista Graciliano, a Companhia de Edição, Impressão e Publicação de Alagoas (Cepal), também conhecida como Imprensa Oficial Graciliano Ramos, lançou, nesta quarta-feira (16), na Livraria Leitura, edital destinado a profissionais da Comunicação, nos segmentos de Jornalismo, Fotografia e Ilustração.

Ao todo, o plano oferece 24 oportunidades de trabalho – 12 para jornalistas, 8 para fotógrafos e 4 para ilustradores –, todos na categoria de free lancer, para profissionais interessados em participar da elaboração do conteúdo da Revista Graciliano em 2018, período no qual serão lançadas quatro novas edições da publicação.

De acordo com Dagoberto Omena, diretor-presidente da Cepal, o objetivo é celebrar a consolidação do projeto editorial, ofertar mais oportunidades de trabalho para profissionais da Comunicação e presentear os leitores alagoanos com novas publicações. “A Revista Graciliano tem um papel de destaque na Imprensa Oficial, pois, além de ter sido nosso primeiro projeto editorial, é um dos mais bem-sucedidos no Estado de Alagoas. Então, iremos comemorar esses dez anos de referência no mercado ao lado de quem sabe produzir conteúdo de qualidade, por meio de um processo seletivo transparente, impessoal e democrático”, destaca Dagoberto Omena.

Conforme disposto no edital, a remuneração varia de acordo com o segmento. Para jornalistas, a contrapartida é de R$ 3 mil por reportagem; para fotógrafos, R$ 2 mil por ensaio fotográfico; e para ilustradores, R$ 300,00 por ilustração – podendo ser até 15 por edição.

Os profissionais serão selecionados por uma comissão avaliadora e estarão divididos em quatro equipes, que devem atuar simultaneamente na confecção das quatro edições da revista. “Os candidatos passarão por uma seleção rígida, que leva em consideração uma gama de documentos e certificações, por isso é tão importante estarem atentos às exigências do edital. Mas eles serão classificados, sobretudo, pela experiência no mercado e pela qualidade do portfólio. Nosso intuito é continuar valorizando o capital humano de Alagoas e resgatando os fatos mais importantes do Estado”, salienta Patrycia Monteiro, editora da Imprensa Oficial.

Inscrições
As inscrições ocorrem presencialmente, na sede da Imprensa Oficial Graciliano Ramos, em Maceió, entre os dias 17 de maio e 17 de junho deste ano. Os interessados poderão requerer o credenciamente em mais de um segmento de atuação, desde que comprovem a qualificação nas áreas de trabalho.

Entre os documentos obrigatórios para o credenciamento, estão: documento legal de identificação que prove idade superior a 18 anos, com foto e assinatura; comprovante de inscrição no Cadastro de Pessoa Física; comprovante de residência com data de emissão não superior a três meses; Certidões Negativas de Débitos relativos a tributos federais e estaduais, expedidas pela Receita Federal e pela Secretaria da Fazenda, respectivamente; e Certidão Negativa de Débitos Trabalhistas, expedida pelo Tribunal Superior do Trabalho.

Sobre a Revista Graciliano
Lançada em 2008, a publicação é referência no mercado editorial, com conteúdo especializado na cultura alagoana. Desde a sua criação, foram publicadas 30 edições, com as mais variadas temáticas locais – histórias do futebol alagoano; gastronomia; centenário da Quebra de Xangô; cinema; arte popular; música; fauna; design e identidade visual; carnaval; Cangaço; produção de arte nos Anos de Chumbo; fotografia; e personalidades, como Zumbi, Graciliano Ramos, Djavan e Jorge de Lima.

Edital disponível aqui.


sexta-feira, 27 de abril de 2018

De repente soube, é cinema !



De repente soube que haveria um grupo de estudos, ou algo mais parecido com curso de Cinema. Não me lembro muito bem como era minha relação com o Cinema, mas me interessei por estudar algo diferente. Sabem como é, estava no 2º ou 3º semestre do curso de Psicologia, doido pra me enturmar com uma galera nova e assuntos novos, então, fui atrás de me inscrever. Era necessário ter a xerox do livro O que é Cinema - Coleção Primeiros Passos, então corri e já na gráfica encontrei um rapaz que também iria participar do curso. Conversamos sobre a nossa expectativa quanto ao grupo, e também sobre nosso time do coração, o Corinthians. Me lembro bem da sensação adocicada e prazerosa de poder ter os olhos mais atentos para algo que nunca pensei em estudar. Passou um tempo e fui me enturmando com diversas pessoas que já tinham um contato maior com o estudo sobre Cinema.

De repente, me apaixonei pelo Buster Keaton, fiquei com picuinha com o Chaplin, fiz um falso pacto com Godard, impliquei com Truffaut. Caí nos braços de Michael Haneke e nos deleites da voz da Marilyn Monroe. Então, aos poucos estavam sendo fincados os alicerces.

Foi estudando e discutindo Cinema – produção artística de tantas culturas – que acabamos refletindo também sobre nosso ser político. Nosso agir em sociedade, nossos desejos e fantasias, que são tão importantes para a nossa construção subjetiva, quando discutimos o que é real ou imaginário, por exemplo. Como o Cinema pode instigar um povo a se ver e reconhecer como protagonista de sua história, como no neorrealismo italiano, e/ou numa tomada por um Cinema próprio de raízes tão espirituais como o Cinema Novo.

Algumas dificuldades apareceram com o tempo. Passamos por várias fases, tivemos a etapa de seminários que baqueou muita gente. Tive incertezas quanto à minha permanência no grupo, pois o Cinema me requeria um espaço de maior dedicação, e tive que assumir isso, caso quisesse continuar.

De repente temos uma Revista! Nela compartilhamos ideias e sentimentos sobre filmes de autoras e autores que gostamos. E aqui e acolá brotam produções cinematográficas de alguns integrantes do Grupo Sétima, tudo isso, fruto de um estudo cada vez mais primoroso do Cinema. E foi nesse aprofundamento e dedicação que tive um contato mais íntimo com a Imagem, e me vi atraído pela fotografia. Veio como um tijolo na cabeça, abrindo um galo precioso e impreciso. Num momento de reclusão pessoal, a fotografia de rua me deu o oxigênio necessário, ao me calar a boca e me fazer andar, contemplar o silêncio dos lugares, e o barulho das pessoas.

Posso dizer que antes de estudar Cinema, eu estava com olhos, boca e ouvidos fechados. Olhos porque Cinema é também imagem, mexe com o nosso voyeurismo e com as diversas cores – incluam também nas cores os diversos tons de cinza e preto. Ouvidos porque é silêncio, intercalado por falas ou músicas diegéticas. E por continuidade, boca: porque Cinema é paladar! Paladar é saborear, e saborear é um ato laborioso. É tocar nos lábios, passar pelos lábios, abrir os dentes, salivar a língua, escorregar pela goela, e timbugar em frenesi!

De repente, hoje estou embutido no grupo, nos livros de Cinema, de imagem e cores. E nessa dinâmica de estudos no grupo, aqui e acolá pessoas novas surgem, proporcionando outros sabores, outras maneiras de saborear Cinema. O grupo é um caldeirão que por vezes borbulha e se acalma, alguém chega e põe mais lenha, mais tempero, tomamos a sopa de feijão e já temos um novo ânimo. 

De repente... nada é de repente assim. O Cinema se fez casa, tomou-me por usucapião.

Josú Ribeiro 
é poeta e músico. Formado em Psicologia na Unileão.

Texto originalmente publicado na SÉTIMA: Revista de Cinema (edição 40, de maio de 2017), que é distribuída gratuitamente na Região do Cariri cearense. A Revista Sétima é uma publicação do Grupo de Estudos Sétima de Cinema, que se reúne semanalmente no SESC de Juazeiro do Norte-CE


domingo, 22 de abril de 2018

O Cuidado de Si e o Amor aos Outros


Tenho pensado muito no grau de intolerância que estamos vivendo atualmente em nosso país, de modo particular, e que igualmente podemos observar essa deplorável realidade intransigente no mundo inteiro, com nichos de maior ou menor tensão, em diferentes lugares de nosso planeta global. Esse nosso século XXI, ainda tão jovem, tem registrado tristes fatos e trágicos acontecimentos de pesarosa significação, com testemunhos de movimentos e de ideias violentas, com expressões patentes de preconceito e de discriminação de toda sorte, com episódios que revelam marcas de ódio, de crueldade, de repressão e de morte, em diferentes sentidos e situações. Não era assim que os filósofos iluministas imaginavam que seria nosso mundo!
Resta pensar: estamos vivendo um momento de exceção, há hoje uma cultura da violência e do ódio mais intensa do que em outras épocas? Ou estaríamos somente tendo condições de maior visibilidade, pela sociedade de alta tecnologia de informação, de modo que acabamos sendo bombardeados todos os dias por todos os acontecimentos de destaque no mundo, prevalecendo sempre aqueles que guardam algum vínculo com a guerra, com a violência e com a degradação do mundo, das pessoas, da natureza e da sociedade? Não temos constituído uma cultura do altruísmo, da humanização das coisas, da exaltação da não-violência e da atitude coletiva da tolerância! Já vivemos tempo e outras épocas em que estas palavras tinham maior adesão, ressonâncias e forças persuasivas.
Há diversas possibilidades de responder a essa pergunta: alguns a responderão buscando as possíveis causas da agudização da atual cultura da intolerância, facilmente passível de ser identificada na contraditória divisão de riquezas do nosso mundo. Outros encontrarão razões na suposta natureza humana, tal como dizia o filósofo Thomas Hobbes: o homem é o lobo do homem, assumindo a premissa de que somos naturalmente voltados para a guerra, para o enfrentamento conflitivo e para a maldade. Nem preciso citar o contraponto de Rousseau que definia que o homem nasce bom, a sociedade, para ele, seria o espaço e a instituição que o depravaria e o brutalizaria. Não temos mais essas pretensões deterministas de achar que o ser humano seja bom ou seja mau por sua natureza, por uma causalidade ontológica, engendrada no âmago da condição humana. Nosso pensamento é histórico, ou desenvolvemos as potencialidades humanas boas ou propositivas, ou desenvolvemos uma cultura de dominação e de violência de todos contra todos.
Todas essas respostas podem ser evocadas, mas ainda são parciais e insuficientes. Mas, para além dessas considerações deterministas e na intenção de justificar ou de compreender as causas de nossa cultura belicosa e violenta, no mundo de hoje, necessitamos de pessoas e de ideais que superem esses lugares comuns e que estabeleçam novas coordenadas éticas e políticas para a condição humana de nosso tempo. Esse horizonte ético e político principia-se com o reconhecimento da dignidade da pessoa humana.  A dignidade de toda pessoa é o fundamento de toda sociedade e a base de toda política que se disponha a justificar-se como tal. Aristóteles definia e Ética e a Política como as denominadas duas ciências práticas, engendradas pela sociedade e pelos grupos humanos, na direção de organizar a vida doméstica e particular (Ética) e a vida coletiva e pública (Política). Não há como constituir valores para referendar a vida moral e política sem essa dimensão ética. Aqui a palavra Ética assume o sentido de “valores que sustentam a vida particular”. E a política seria a dimensão de organizar a felicidade e o bem-estar comum, de todos, o justo equilíbrio da coletividade. Essa seria a principal prova de nossa humanidade: somos humanos quando nos reconhecemos como seres humanos que geram valores para as condutas de todos, quando realizamos a vida prudente e equilibrada, quando praticamos a temperança e vivenciamos a prática da tolerância recíproca.
Estamos novamente diante da Esfinge: “decifra-me ou eu te devorarei”! A nossa única possibilidade de decifrar a vida, coletiva e grupal, pessoal e subjetiva, consiste em superar, ou buscar superar a cultura da barbárie e da selvageria. Buscar constituir valores que adensem sentidos para nossa vida e para nossa realidade vivencial, nosso entorno, nossas vivências e nossos interlocutores. Praticar a solidariedade é uma decisão de foro ético, respeitar as opiniões dos outros é outra decisão ética. Reconhecer as diferenças, respeitar as outras formas de ver o mundo e de viver a vida são decisões políticas de alta sensibilidade. Essa é a tarefa primordial posta para nossos dias: projetar no mundo características humanas de dignidade, de respeito à diversidade, de pluralismo, de temperança, de tolerância e de fraternidade. Para a natureza ter olhos de preservação e de sustentabilidade, para os animais as práticas de cuidado e de acolhimento, para os demais seres humanos as premissas da aceitação, do cuidado de si e dos outros, da diversidade e da liberdade de toda pessoa! Temos que ser no mundo a mudança que sonhamos para o mesmo mundo – nos ensinava Gandhi! Nesses tempos tão sombrios e intolerantes pratiquemos a virtude da fraternidade e da dignidade humana! A cultura do Amor nunca foi tão necessária como hoje!
César Nunes (profcesarnunes@gmail.com)
Fonte: www.tutores.com.br

segunda-feira, 9 de abril de 2018

Brasileiro reclama de quê?


O Brasileiro é assim: 

1. - Saqueia cargas de veículos acidentados nas estradas.

2. - Estaciona nas calçadas, muitas vezes debaixo de placas proibitivas.

3. - Suborna ou tenta subornar quando é pego cometendo infração.

4. - Troca voto por qualquer coisa: areia, cimento, tijolo, e até dentadura.

5. - Fala no celular enquanto dirige.

6. -Trafega pela direita nos acostamentos num congestionamento.

7. – Pára em filas duplas, triplas em frente às escolas.

8. - Viola a lei do silêncio.

9. - Dirige após consumir bebida alcoólica.

10. –Fura filas nos bancos, utilizando-se das mais esfarrapadas
desculpas.

11. - Espalha mesas, churrasqueira nas calçadas.

12. - Pega atestados médicos sem estar doente, só para faltar ao
trabalho.

13. - Faz " gato
" de luz, de água e de tv a cabo.

14. -Registra imóveis no cartório num valor abaixo do comprado,
muitas vezes irrisórios, só para pagar menos impostos.

15. - Compra recibo para abater na declaração do imposto de
renda para pagar menos imposto.

16. -Muda a cor da pele para ingressar na universidade através
do sistema de cotas.

17. - Quando viaja a serviço pela empresa, se o almoço custou 10
pede nota fiscal de 20.

18. - Comercializa objetos doados nessas campanhas de catástrofes.

19. - Estaciona em vagas exclusivas para deficientes.

20. - Adultera o velocímetro do carro para vendê-lo como se
fosse pouco rodado.

21. - Compra produtos pirata com a plena consciência de que são
pirata.

22. - Substitui o catalisador do carro por um que só tem a casca.

23. -Diminui a idade do filho para que este passe por baixo da
roleta do ônibus, sem pagar passagem.

24. - Emplaca o carro fora do seu domicílio para pagar menos IPVA.

25. - Freqüenta os caça-níqueis e faz uma fezinha no jogo de bicho.

26. - Leva das empresas onde trabalha, pequenos objetos como
clipes, envelopes, canetas, lápis.... como se isso não fosse roubo.

27. - Comercializa os vales-transporte e vales-refeição que
recebe das empresas onde trabalha.

28. - Falsifica tudo, tudo mesmo... só não falsifica aquilo que
ainda não foi inventado.

29. - Quando volta do exterior, nunca diz a verdade quando o
fiscal aduaneiro pergunta o que traz na bagagem.

30. - Quando encontra algum objeto perdido, na maioria das vezes
não devolve.

E quer que os políticos sejam honestos...

Escandaliza- se com a farra das passagens aéreas...

Esses políticos que aí estão saíram do meio desse mesmo povo ou não? 

   
 Fonte: www.averdadequeamidianaomostra.blogspot.com


quarta-feira, 4 de abril de 2018

Secult leva música e dança para a 9ª edição do Governo Presente.


Mostra Alagoana de Dança chega ao município de Arapiraca

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Foto: Karla Lima



Ações fazem parte dos serviços itinerantes nas cidades do interior do Estado
Texto de Teresa Machado
A Secretaria de Estado da Cultura (Secult) participa de mais uma edição do Governo Presente. Desta vez, a região Agreste recebe diversos serviços promovidos pelo Governo de Alagoas.

O município de Arapiraca terá ações culturais voltadas para o segmento da dança. Nesta quinta-feira (5), será realizada uma aula aberta de zumba, a partir das 16h, na Concha Acústica, localizada na Praça Ceci Cunha. A atividade será ministrada pelo professor de dança Gedson Marinho.

Na sexta-feira, acontece a primeira etapa das apresentações da 15ª Mostra Alagoana de Dança. Serão mais de 20 grupos, de estilos que vão do clássico ao contemporâneo. Os dançarinos são de diversos municípios alagoanos como Penedo, Coruripe, Piranhas, Porot de Pedras, Satuba, Craíbas, Viçosa e Arapiraca. O evento é gratuito e acontecerá a partir das 20h, no Teatro Sesi.

 “Levar a cultura para o maior número de alagoanos é o nosso objetivo. Estamos levando ações para cada região, apresentando a riqueza das nossas  manifestações”, ressalta a titular da pasta, Mellina Freitas.

 Fonte: www.agenciaalagoas.al.gov.br

terça-feira, 20 de março de 2018

Conselho Estadual de Cultura realiza primeira reunião de 2018


Durante encontro foram discutidos os editais programados para o ano


Encontro ocorreu no Salão de Despachos do Palácio Marechal Floriano Peixoto. Foto: Ascom/secult
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Texto de Júlya Rocha e Teresa Machado
O Conselho Estadual de Cultura (CEC) realizou nesta terça-feira (20) a primeira reunião ordinária do colegiado de 2018. O encontro ocorreu no Salão de Despachos do Palácio Marechal Floriano Peixoto. Em pauta, apresentação dos membros e anúncio de editais e explanação de projetos da Secretaria de Estado da Cultura (Secult).

Durante a reunião, a secretária de Cultura Mellina Freitas defendeu a importância de se colocar sempre em pauta o planejamento anual dos editais previstos. "Além de estreitarmos laços e fortalecer o desenvolvimento cultural de Estado, o Conselho garante um avanço para a cidadania através da representatividade dos membros, que podemo sugerir ações junto ao governo do Estado”, declarou.

O Conselho Estadual de Cultura (CEC), integrante da estrutura orgânica da Secretaria de Estado da Cultura, tem por finalidade deliberar sobre a Política Estadual de Cultura e o Plano Estadual de Cultura, acompanhar sua execução, bem como assessorar o secretário de Estado da Cultura, nos termos de seu regimento interno. O CEC é composto de 19 membros, recrutados entre representantes da Sociedade Civil e do Poder Público, todos nomeados pelo chefe do Poder Executivo Estadual.

Fonte: www.agenciaalagoas.al.gov.br

sexta-feira, 16 de março de 2018

Gengibre com limão emagrece: união milagrosa faz chapar barriga


Aprenda a consumir os ingredientes juntos para queimar gordura
por Ana Flora Toledo
Unir gengibre com limão pode ser o truque que faltava na sua dieta. Acredite: essa medida será capaz de te fazer emagrecer mais rápido. Isso porque, enquanto o gengibre é um termogênico natural que acelera a queima de gordura, o limão é uma frutinha detox potente para limpar o organismo e ajudar a perder calorias. Além desses benefícios, a mistura milagrosa também extermina celulites e diminui o inchaço.
“Associar o gengibre ao limão significa ter muito mais sabor em uma mistura rica em vitamina C, pouco calórica e antioxidante”, explica a nutricionista Paula dos Santos Ribeiro, do portal Foco & Saúde, que indica o consumo a qualquer pessoa que busque emagrecer, mas em especial àquelas que sofrem com obesidade ou já emagreceram, mas estacionaram no ponteiro da balança – o chamado efeito platô.
Gengibre – Com poder anti-inflamatório, o gengibre é segredo de famosas para acabar com a celulite, já que o problema surge por inflamações das células e essas são combatidas pelo gengibre. Sua característica termogênica acelera o metabolismo e, com isso, acelera a queima de calorias e eliminação de gordura. Apostar nessa raiz ajuda o organismo a responder ao emagrecimento mais rápido.
Limão - Entre os principais benefícios da fruta está a eliminação de gordura corporal, o que pode ajudar a perder barriga e acabar com os indesejados pneus. O limão tem pouquíssimas calorias e possui alta concentração de vitamina C - nutriente que tem poder antioxidante e faz efeito detox no organismo, limpando de impurezas que impedem ou dificultam a perda de peso. Também é importante aliado na luta contra o inchaço, além de reforçar o sistema imunológico e afastar gripes e resfriados.

Como consumir

Segundo a nutricionista, existem três maneiras simples de consumir gengibre com limão: em forma de chá, suco detox ou para temperar saladas. A indicação da profissional é para apostar nessas receitas no máximo três vezes ao dia, evitando o consumo no período da noite para não prejudicar o sono. É contraindicada essa medida para gestantes e pessoas que sofram com gastrite, refluxo ou pressão alta. Todos envolvidos nesses grupos devem consultar um médico antes de apostar na mistura dos ingredientes.

Chá de gengibre com limão

Leve ao fogo uma panela com a quantidade de água equivalente a uma caneca de chá. Deixe aquecer até criar pequenas bolhas de ar, antes de levantar fervura. Assim que chegar a esse ponto, adicione uma rodela de gengibre, com largura aproximada de um dedo. Deixe na água quente por cerca de 5 minutos. Coe para tirar a raiz e, em seguida, esprema o suco de um limão na água. Dê preferência ao consumo em jejum, pela manhã.

Suco de limão com gengibre

Prepare o suco de limão da maneira tradicional – pode ser como de sua preferência, batendo a fruta no liquidificador ou espremendo direto em um copo d’água. Feito isso, adicione uma porção de gengibre ralado - cerca de 1 colher de café. Dica da especialista: Paula sugere adicionar folhas de couve à mistura para potencializar o efeito detox da bebida, basta bater junto com o suco no liquidificador. Também será melhor absorvido se consumido ao acordar.

Tempero de saladas

Ralar um punhado de gengibre e espremer um limão em cima é a opção ideal para temperar a salada e emagrecer de um jeito superfácil. Basta preparar a mistura, mexer bem e jogar por cima do prato na hora de consumir as folhas e vegetais.
 Fonte: www.bolsademulher.com