quinta-feira, 27 de junho de 2019
segunda-feira, 17 de junho de 2019
Cultura realiza III Festival Alagoano de Coco de Roda
Evento acontece de 26 a 29 de
junho e conta com a participação de 17 grupos
Texto de Júlya Rocha
Folguedo alagoano
considerado uma das danças mais tradicionais da cultura no Estado, o coco de
roda é uma forte figura do folclore nordestino. Onde se canta o salão
estremece. Seja no trupé, na alegria do cantar ou na exuberância das
vestimentas, o coco de roda alagoano deixa sua marca por onde passa.
Valorizando a cultura
local, o Governo de Alagoas, por meio da Secretaria de Estado da Cultura
(Secult) em parceria com o Pajuçara Sistema de Comunicação (Pscom) e a Liga dos
Cocos Alagoanos (Licoal), realiza mais uma vez o Festival Alagoano de Coco de
Roda alagoano, que neste ano chega a sua terceira edição.
O evento contará com 17
grupos que disputarão as seis primeiras colocações com premiação que totaliza
R$ 15 mil. Os grupos Reviver, Xique-xique, Raízes Nordestinas, Los Coquitos,
Paixão Nordestina, Pisa na Fulô, Xodó Nordestino, Catolé, Mandacaru, Arco-íris,
Tentação, Flor de Mandacaru, Embolada, Águia de Fogo, Estrela de Alagoas,
Sensashow e Reis do Cangaço farão a festa de 26 a 29 de junho, no
estacionamento do Pátio Shopping Maceió, Cidade Universitária, a partir das
17h. A entrada é gratuita.
Para a secretária de
Estado da Cultura, Mellina Freitas, a realização do Festival ajuda a preservar
as raízes alagoanas. “Não poderíamos deixar de apoiar mais uma vez esses grupos
que representam perfeitamente a cultura de Alagoas. O Festival foi um sucesso
no ano passado, e temos certeza de que, juntos, faremos novamente uma grande
festa”, ressalta a titular da pasta.
São João das Alagoas
O III Festival de
Coco de Roda de Alagoas está inserido na programação do São João das Alagoas,
uma realização do Pajuçara Sistema de Comunicação (Pscom), que contará com
shows artísticos ao fim das apresentações dos grupos de coco de roda.
domingo, 2 de junho de 2019
Com apoio do Governo de AL, Cocada Cultura é inaugurado em Marechal Deodoro
Espaço gastronômico e cultural é
mais um atrativo turístico para Alagoas que dará mais segurança e conforto às
cocadeiras de Marechal Deodoro
Texto de Thiago Tarelli
Alagoas ganhou mais um atrativo
turístico. As cocadas de Marechal Deodoro, doce típico da cidade, já bastante
conhecido dos turistas e visitantes que passam por ali, agora tem endereço
certo: o Cocada Cultura, um espaço gastronômico e cultural
instalado à beira da rodovia AL 101 Sul, no bairro da Massagueira, entregue à
população na noite desta última quinta-feira (30).
Construído com recursos federais
e com o apoio do governo do Estado, por meio da Secretaria do Desenvolvimento
Econômico e Turismo (Sedetur), o cocada cultura dá mais visibilidade e
segurança às cocadeiras de Marechal Deodoro que costumavam comercializar seus
produtos em barracas à beira da rodovia AL 101 Sul.
Em formato de “drive”, o equipamento possibilita aos
turistas e visitantes que trafegam pela rodovia a facilidade de parar e comprar
quitutes e artesanato local com facilidade, rapidez e segurança. Com 38, sendo
30 para cocadeiras e oito para artesãos, as cozinheiras e artesãs exibem seus
produtos em local amplo, bonito e organizado.
Para Zuleide Araújo da
Silva, presidente da Associação dos produtores de cocada e derivados da
Massagueira, o espaço é um sonho realizado. “Este espaço é esperado há muito
tempo por todas nós. O cocada cultura nós da dignidade, visibilidade e nós dá
condições de oferecer mais conforto e segurança para os turistas e demais
clientes”, comemora.
O secretário de Estado
do Desenvolvimento Econômico e Turismo, Rafael Brito, ressalta a importância do
equipamento para o turismo no Estado. “Essa obra é um divisor de águas para
muita gente. Há 35 anos, as cocadeiras de Marechal Deodoro sonham com um local
como esse, para poder com seu próprio trabalho e suas habilidades, poder
sobreviver e dar uma vida mais digna pra sua família. A Cocada Cultura é um
espaço extenso, equipado e que traz muita emoção para todos que fazem parte
dessa cultura gastronômica. E mais: agora coloca a cocada de Marechal Deodoro
uma parada obrigatória no turismo do estado de Alagoas”, pontuou.
Em localização privilegiada, no bairro da Massagueira, já
consolidado um polo gastronômico do Estado, o Cocada Cultura também
contará com atrações culturais como apresentações de bandas pífanos e de forró,
típica da cidade que já é um dos principais produtos turísticos de
Alagoas.
Fonte:
agenciaalagoas.al.gov.br
terça-feira, 28 de maio de 2019
Charles Chaplin - Em Busca do Ouro (the gold rush, 1925)
Se
o personagem do vagabundo nos filmes de Charles Chaplin sofreu bastante, foi
porque seu criador também sofreu. Mas todo este sofrimento não era visto da
forma como poderia ser enxergada por grande parte das pessoas que por eles
passam. Chaplin reverteu este sofrimento em um poço de criatividade de onde
poderia retirar um sorriso. A tristeza das situações impressas na película de
um filme do comediante não vai além do riso em frente à condição miserável de
nossas vidas. Porque para sobreviver nós temos que comer, para que possamos
comer na sociedade atual temos que ter dinheiro, então os ricos se fartam
enquanto os mais pobres passam fome. Temos que trabalhar para poder sobreviver.
Neste quesito, em Vida de cachorro (a dog's life, 1918)
Chaplin leva este sonho para um extremo. O vagabundo e sua paixão vão morar em
uma fazendo própria em que podem comer do fruto de seu próprio trabalho, não
precisam comprar a comida.
Chaplin,
que durante sua infância turbulenta passou fome, sabe como poucos transportar
este sentimento para tela. É a falta de algo essencial para a vida e do qual de
repente ele se vê privado. Mas em mente tenho Em busca do ouro, um
filme que está no limite entre as experiências reais do seu autor e das histórias
que ele escutara. A cena em que o Vagabundo está numa cabana no meio de uma
tempestade de neve, preso com outro minerador, e ambos estão com fome é um
exemplo desta frágil separação entre a comédia e a tragédia com a qual Chaplin
tão bem sabia trabalhar. Eles estão com fome e podem vir a morrer se não comer.
Então o Big Jim começa a enxergar seu companheiro como uma galinha. E irá
comê-lo. O que ninguém poderia imaginar que renderia uma situação cômica, se
transforma em uma comédia que até hoje faz plateias gargalharem. O mais
interessante é saber que o diretor tomou esta ideia de uma tragédia que ocorreu
com mineradores que ficaram presos em uma montanha. Ele conseguiu ver o riso
nas lágrimas. - Retomo aqui, para título de comparação, a sequência do sonho
em Os esquecidos (los olvidados, 1950) de Luis Buñuel. É uma
cena que, assim como a citada, trata a fome de forma onírica. Durante um sonho,
um dos garotos retratados no filme se vê de volta a sua casa com sua mãe
recebendo-o de braços abertos e dando-lhe comida. Ele está com fome e esta fome
o atormenta até mesmo em seus sonhos.
Para
continuarmos esta separação entre a comédia a tragédia nos filmes de Chaplin
nos lembremos da cena da tempestade que assola a cabana em que o Vagabundo se
encontra. O vento e o gelo efetuam diversas agressões a cabana a ponto de
vermos as madeiras que servem de parede se curvarem com a força do vento. É um
exagero que leva à comicidade. Mas um mesmo exagero é empregado em outro filme,
mas que desta vez serve como ponto decisivo para a criação do drama da
personagem. O filme é Vento e areia de Victor Sjostrom com
Lilian Gish (the wind, 1928) que se passa em uma localidade no meio do
deserto em que o vento está sempre a soprar de forma agressiva, como se
quisesse expulsar os homens daquele lugar. Neste aspecto se assemelha à
composição chapliniana, mas o tom dado a esta tempestade constante não é o de
comicidade, mas o de desespero. Ficamos desesperados e atordoados junto com a
protagonista devido a todo aquele vento que levanta a areia do deserto. O vento
está sempre batendo nas paredes de seu casebre, quebrando janelas,
desenterrando corpos do chão...
Um
terceiro ponto que poderíamos fazer entre a comédia chapliniana e o suspense
hithcockiano. Logo no início do filme temos o Vagabundo caminhando pela beirada
de um precipício e seguido de perto por um urso que está à espreita. É o
exemplo típico do que seria uma cena de suspense em um filme de Alfred
Hitchcock. O espectador sabe o que vem, o perigo pelo qual está passando seu
querido herói, e quer preveni-lo, mas não pode. No caso do filme de Chaplin,
ninguém terá esta reação de prevenir o Vagabundo do risco que ele corre porque
todos nós queremos ver o que poderá acontecer caso o urso o pegue, qual seria
sua reação. Mas no caso de um filme de Hitchcock, este urso representaria um
real risco para a vida de seu personagem e por isso nós, espectadores, teríamos
uma reação completamente diferente.
O
que podemos tirar de tudo isso? Que Chaplin é um sujeito sem coração que ri do
que não deveria ser engraçado? Muito pelo contrário! É a habilidade de um
artista de poder enxergar o mundo e ver nele beleza, mesmo naquelas situações
em que ninguém poderia imaginar que existiria qualquer sinal de beleza. Este é
um dos aspectos mais encantadores da filmografia de Charles Chaplin, esta
oscilação entre o riso e as lágrimas, entre a alegria e a tristeza. Porque,
mesmo fazendo da tragédia uma comédia, Chaplin ainda sabia fazer seus
espectadores chorarem, o que mostra que ele sabia muito bem até onde poderia ir
para provocar o riso e até onde ir para provocar o choro. Um verdadeiro
artista, portanto.
Publicado originalmente no Jornal Fuxico - UEFS.
Publicado originalmente no Jornal Fuxico - UEFS.
domingo, 12 de maio de 2019
Maio: mês de Maria, mês das mães
Celebrar as mães é celebrar a
vida, é celebrar sua presença amorosa no lar, presença que acolhe, cuida, educa
e ajuda a crescer.
Maio, mês
que toca nosso coração e por vários motivos: é o mês em que celebramos o Dia
das Mães, e entre todas elas, aquela que é a mãe de Deus e nossa Mãe, a Virgem
Maria, a quem amamos e reverenciamos em todo o Brasil, com o titulo de Nossa
Senhora Aparecida, nossa padroeira. Contudo, temos também como Nossa Senhora de
Fátima que marca o mês de maio.
Celebrar as
mães é celebrar a vida, é celebrar sua presença amorosa no lar, presença que
acolhe, cuida, educa e ajuda a crescer. No Dia das Mães, queremos cumprimentar
e agradecer a todas as mulheres deste imenso Brasil que assumem e vivem com
dedicação e responsabilidade sua vocação materna, que se realiza de diversas
maneiras, seja no cuidado dos próprios filhos, seja na acolhida e adoção de
outros, seja na vida consagrada, que, ao renunciar a maternidade biológica,
pelo Reino de Deus, não abdica da maternidade espiritual, mas a realiza ao
entregar toda a vida ao serviço de tantas crianças.
Deus Pai,
por intercessão de Nossa Senhora Aparecida, derrame suas bênçãos sobre todas as
mães do nosso Brasil.
Maio é
também o mês de Maria, e desde o início da evangelização do Brasil, Nossa
Senhora teve e tem uma grande presença na formação e na vivência cristã do
nosso povo. Pode-se dizer que a nossa cultura tem raiz cristã e mariana. Basta
observar quantas dioceses, paróquias, cidades, vilas, bairros, serras, rios,
colégios, empresas, pessoas trazem o nome da Mãe do Céu, sob os mais diferentes
títulos com os quais é invocada no Brasil e no mundo, para perceber o quanto o
nosso povo, venera e ama a Virgem Maria.
Que Nossa
Senhora abençoe todos os lares do Brasil, para que sejam uma pequena igreja
doméstica, onde se vive o amor, a fé, a união e a paz.
Dom Raymundo Damasceno Assis
Fonte:
www.comshalom.org
sexta-feira, 26 de abril de 2019
Símbolos de Alagoas
Bandeira do Estado de Alagoas
Foi criada pela Lei nº 2.628, de 23 de setembro de 1963. Esta lei,
modificou o Decreto nº 53, de 25 de maio de 1894, restabelecido pelo Decreto nº
373, de 15 de novembro de 1946. Baseou-se em estudos apresentados pelo
professor Théo Brandão.
"A
bandeira do Estado de Alagoas, constitui-se de um retângulo dividido
verticalmente em três partes bem retangulares: a da direita, de cor vermelha, e
a do centro, de cor branca, e a da esquerda da bandeira de cor azul. No
retângulo do centro fica o brasão de armas do Estado sem o listel e o mote,
vendo-se então, as extremidades das hastes de algodoeiro e do coimo de cana de
açúcar, entrecruzados sob o escudo".
" Estas
cores são as predominantes e constitutivas do brasão e têm a sua justificativa
nos motivos invocados a propósito do mesmo. Demais, as cores azul e encarnada,
combinadas por vezes com o branco são as tradicionais dos autos e folguedos
populares característicos do Estado: Reisados, Guerreiros, Cavalhadas,
Quilombos, Pastoris que, adotando tais cores constituem as parcialidades da
preferência de todos os alagoanos, bem como dos mais antigos e tradicionais
clubes de futebol, que adotaram tais cores como símbolos.
Reunidas na
bandeira, ao lado do branco que une e neutraliza ao mesmo tempo, as duas cores
representam assim, as da preferência e paixão do alagoano. O encarnado
simboliza em heráldica a coragem, o sangue ilustre e magnanimidade; o azul, a
justiça, a lealdade, à beleza e a fidelidade e o branco e esperança e a pureza.
Tais sentimentos são os que se representam e se nos despertam na contemplação
de nossa bandeira".
Hino do Estado de Alagoas
Letra: Luiz Mesquita
Música: Benedito Silva
Letra: Luiz Mesquita
Música: Benedito Silva
Alagoas, Estrela radiosa,
Que refulge ao sorrir das manhãs,
Da República és filha donosa,
Maga Estrela entre estrelas irmãs.
Que refulge ao sorrir das manhãs,
Da República és filha donosa,
Maga Estrela entre estrelas irmãs.
Ide, algemas que o pulso prendias
D´esta Pátria, outros pulsos prender!
Nestes céus, nas azuis serranias,
Nós só livres, podemos viver...
D´esta Pátria, outros pulsos prender!
Nestes céus, nas azuis serranias,
Nós só livres, podemos viver...
A alma pulca de nossos avós,
Como benção de amor e de paz,
Hoje paira, a fulgir, sobre nós,
E maiores, mais forte nos faz.
Como benção de amor e de paz,
Hoje paira, a fulgir, sobre nós,
E maiores, mais forte nos faz.
E se a luta voltar, hão-de os bravos
Ter a imagem da Pátria por fé!
Que Alagoas não procrêa escravos:
Vence ou morre!... Mas sempre de pé!
Ter a imagem da Pátria por fé!
Que Alagoas não procrêa escravos:
Vence ou morre!... Mas sempre de pé!
Tu, liberdade formosa,
Gloriosa hosana entoas:
-Salve, ó terra vitoriosa,
-Glória à terra de Alagoas
Gloriosa hosana entoas:
-Salve, ó terra vitoriosa,
-Glória à terra de Alagoas
Tu, liberdade formosa,
Ridentes hinos entoas:
-Salve, ó terra grandiosa
-De luz, de paz, Alagoas.
Ridentes hinos entoas:
-Salve, ó terra grandiosa
-De luz, de paz, Alagoas.
Fonte: www.100porcentoaprendizagem.blogspot.com.br
domingo, 21 de abril de 2019
“Ressuscitou como disse... Aleluia! A vida venceu a morte!”
"Quando
acreditarmos no poder de Deus e formos mais irmãos, adeptos da partilha e do
serviço, perceberemos os sinais da Vida a todo momento, pois estaremos desde
agora vivendo à luz de Deus. Feliz Páscoa a todos!"
O Evangelho de São
João nos diz que no primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao sepulcro de
Jesus e o encontrou vazio. João faz questão de ressaltar que era de madrugada e
ainda estava escuro. Podemos perceber que o evangelista ao registrar que o fato
aconteceu no primeiro dia da semana, quer fazer alusão à nova criação. O que
ele vai relatar é uma novidade radical, é a vida nova de um homem, não um fato
como a denominada ressurreição de Lázaro, que volta à vida, mas continua submetido
à necessidade de cuidar de sua saúde, de se alimentar e que voltará a morrer.
João vai relatar a autêntica ressurreição, a
vitória de Jesus sobre as limitações humanas, sobre suas fragilidades, sobre a
morte. Jesus jamais voltará a morrer. A morte nunca mais terá poder sobre ele,
porque ele, a Vida, a destruiu.
Contudo, Maria Madalena, apesar de ter escutado
várias vezes Jesus dizer que ressuscitaria, a dor da morte é tal que ela se
esquece das palavras do Mestre.
Apesar do corpo de Jesus já ter sido ungido na
sexta-feira por José de Arimatéia e por Nicodemos, ela não consegue ficar longe
do corpo morto do Senhor. A escuridão enfatizada no texto é um símbolo do
estado interior de Maria. Ela está com uma vida sem sentido, sem alegria. Seus
grande libertador, seu grande amigo está morto. Ela vai ao sepulcro quando
ainda está escuro, na natureza e no seu interior. Mas seu coração está
iluminado pelo amor, por isso ela vai até ao sepulcro.
Ela o encontra vazio. Sente-se despontada e mais
desolada, perdida e impotente. Maria Madalena busca o cadáver de Jesus. Ela
esqueceu totalmente a promessa dele de que iria ressuscitar.
Ela olha para o sepulcro vazio e vê dois anjos, um
na cabeceira e outro nos pés. O evangelista quer nos recordar os dois anjos que
foram colocados, um à cabeceira e outro aos pés da arca da aliança. Jesus é a
nova aliança. Por isso a aliança de Jesus Cristo é eterna, pois ele
ressuscitou.
Mas Madalena, abalada pela dor não reconhece os
sinais e só vê o sepucro vazio. Somente após a segunda pergunta de Jesus, ao
ouvi-lo pronunciar seu nome e deixar de olhar para o sepulcro e voltar-se para
o lado contrário é que ela vê o ressuscitado.
Como Maria Madalena, também nós só veremos os
sinais da ressurreição, quando levantarmos nossos olhos dos sinais de morte, e
dirigirmos nosso coração para a VIDA. Enquanto estivermos afeiçoados àquilo que
é egoísmo, ambição, ira, não perceberemos que a Vida está à nossa frente, e
sofreremos as consequências da opção pelos atrativos mortais. Ao contrário,
quando acreditarmos no poder de Deus e formos mais irmãos, adeptos da partilha
e do serviço, perceberemos os sinais da Vida a todo momento, pois estaremos
desde agora vivendo à luz de Deus.
Feliz Páscoa a
todos!
Por Padre César Augusto dos Santos - Cidade do
Vaticano
Fonte: www.vaticannews.va
domingo, 10 de março de 2019
![]() |
| Dona Irinéia é mestre do Patrimônio Vivo desde 2005
Certame
visa preencher uma vaga para mestre da cultura popular
Texto de Ascom/Secult
As inscrições para o edital do Registro
do Patrimônio Vivo se encerram a próxima segunda-feira, 11 de março. Nesta
edição, o certame visa preencher uma vaga destinada à representantes da cultura
popular do Estado. Confira o edital no link: http://bit.ly/RPV2019.
Será considerado apto a receber o
registro de Patrimônio Vivo brasileiro residente em Alagoas há 20 anos, que
tenha participação comprovada em atividades culturais no mesmo período e esteja
capacitado a transmitir seus conhecimentos ou suas técnicas à sociedade, de
forma presencial ou por intermédio dos mais diversos meios de comunicação.
Para a secretária de Estado da Cultura, Mellina
Freitas, o RPV é uma forma de reconhecer e homenagear os mestres da cultura
alagoana. “É importante reconhecer esses artistas que preservam nossa cultura,
repassando os seus saberes populares para as novas gerações”, disse.
Os candidatos devem se inscrever através de um
formulário padrão disponível no portal da Secretaria de Estado da Cultura,
através do endereço eletrônico www.cultural.al.gov.br e
entregá-lo devidamente preenchido no setor de Protocolo da Secult, de segunda à
quinta-feira, das 9h às 13h, e na sexta-feira, das 9h às 12h. A Secult fica
localizada na Praça Marechal Floriano Peixoto, 517, Centro.
Uma comissão especial composta por cinco
representantes de entidades relacionadas à cultura irá analisar e avaliar os
candidatos, segundo os critérios de sustentabilidade cultural, currículo do
participante, reconhecimento na sua comunidade e por outros segmentos como
transmissor e fomentador desse saber e cultura dos povos tradicionais
(indígenas e/ou quilombolas).
O edital de inscrição no Livro de Registro do Patrimônio Vivo do Estado de
Alagoas (RPV-AL), criado pela Lei nº 6.513, de 22.09.2004 e alterada pela Lei
nº 7.172, de 30.06.2010, reconhecerá como Patrimônio Vivo do Estado da Alagoas
mestre e mestras que detenham os conhecimentos ou as técnicas necessárias para
a produção e para a preservação de aspectos da cultura tradicional ou popular
de uma comunidade estabelecida em Alagoas nas áreas de danças e folguedos da
cultura popular, literatura oral e/ou escrita, gastronomia, música, artes
cênicas, artesanato, dentre outras.
Fonte: www.cultura.al.gov.br
|
quarta-feira, 6 de março de 2019
Qual o sentido da Quarta-feira de Cinzas?
sábado, 9 de fevereiro de 2019
Secult lança edital de Registro do Patrimônio Vivo de Alagoas
![]() |
| Mestra do Pastoril, Bertulina, selecionada no edital de 2014.
Nova edição irá
preencher uma vaga para mestre da cultura popular; inscrições seguem até o dia
12 de março
Texto de
Ascom/Secult
A Secretaria de Estado da Cultura
(Secult) lançou o edital de inscrição para o Livro de Registro do Patrimônio
Vivo do Estado de Alagoas, disponível no Diário Oficial do Estado desta
quinta-feira (8). Na edição será uma vaga, destinada à representantes da cultura
popular do Estado. As inscrições seguem até o dia 12 de março.
O edital de inscrição no Livro de
Registro do Patrimônio Vivo do Estado de Alagoas (RPV-AL), criado pela Lei nº
6.513, de 22.09.2004 e alterada pela Lei nº 7.172, de 30.06.2010, reconhecerá
como Patrimônio Vivo do Estado da Alagoas mestre e mestras que detenham os
conhecimentos ou as técnicas necessárias para a produção e para a preservação
de aspectos da cultura tradicional ou popular de uma comunidade estabelecida em
Alagoas nas áreas de danças e folguedos da cultura popular, literatura oral
e/ou escrita, gastronomia, música, artes cênicas, artesanato, dentre outras.
Será considerado apto a receber o
registro de Patrimônio Vivo brasileiro residente em Alagoas há 20 anos, que
tenha participação comprovada em atividades culturais no mesmo período e esteja
capacitado a transmitir seus conhecimentos ou suas técnicas à sociedade, de
forma presencial ou por intermédio dos mais diversos meios de comunicação.
Uma comissão especial composta por
cinco representantes de entidades relacionadas à cultura irá analisar e avaliar
os candidatos, segundo os critérios de sustentabilidade cultural, currículo do
participante, reconhecimento na sua comunidade e por outros segmentos como
transmissor e fomentador desse saber e cultura dos povos tradicionais
(indígenas e/ou quilombolas).
Os candidatos devem se inscrever
através de um formulário padrão disponível no portal da Secretaria de Estado da
Cultura, através do endereço eletrônico www.cultural.al.gov.br e entregá-lo devidamente
preenchido no setor de Protocolo da Secult, de segunda à quinta-feira, das 9h
às 13h, e na sexta-feira, das 9h às 12h. A Secult fica localizada na Praça
Marechal Floriano Peixoto, 517, Centro.
Para o secretário de Estado da Cultura,
Paulo Poeta, reconhecer a arte e a vida dos mestres é uma forma de homenagear
estes personagens marcantes da cultura alagoana. “É importante reconhecer esses
artistas que preservam nossa cultura, repassando os seus saberes populares para
as novas gerações”, disse.
Fonte: www.cultura.al.gov.br
|
segunda-feira, 31 de dezembro de 2018
Mensagem do Papa Francisco para o Dia Mundial da Paz 2019 – primeiro de janeiro
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