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| Dona Irinéia é mestre do Patrimônio Vivo desde 2005
Certame
visa preencher uma vaga para mestre da cultura popular
Texto de Ascom/Secult
As inscrições para o edital do Registro
do Patrimônio Vivo se encerram a próxima segunda-feira, 11 de março. Nesta
edição, o certame visa preencher uma vaga destinada à representantes da cultura
popular do Estado. Confira o edital no link: http://bit.ly/RPV2019.
Será considerado apto a receber o
registro de Patrimônio Vivo brasileiro residente em Alagoas há 20 anos, que
tenha participação comprovada em atividades culturais no mesmo período e esteja
capacitado a transmitir seus conhecimentos ou suas técnicas à sociedade, de
forma presencial ou por intermédio dos mais diversos meios de comunicação.
Para a secretária de Estado da Cultura, Mellina
Freitas, o RPV é uma forma de reconhecer e homenagear os mestres da cultura
alagoana. “É importante reconhecer esses artistas que preservam nossa cultura,
repassando os seus saberes populares para as novas gerações”, disse.
Os candidatos devem se inscrever através de um
formulário padrão disponível no portal da Secretaria de Estado da Cultura,
através do endereço eletrônico www.cultural.al.gov.br e
entregá-lo devidamente preenchido no setor de Protocolo da Secult, de segunda à
quinta-feira, das 9h às 13h, e na sexta-feira, das 9h às 12h. A Secult fica
localizada na Praça Marechal Floriano Peixoto, 517, Centro.
Uma comissão especial composta por cinco
representantes de entidades relacionadas à cultura irá analisar e avaliar os
candidatos, segundo os critérios de sustentabilidade cultural, currículo do
participante, reconhecimento na sua comunidade e por outros segmentos como
transmissor e fomentador desse saber e cultura dos povos tradicionais
(indígenas e/ou quilombolas).
O edital de inscrição no Livro de Registro do Patrimônio Vivo do Estado de
Alagoas (RPV-AL), criado pela Lei nº 6.513, de 22.09.2004 e alterada pela Lei
nº 7.172, de 30.06.2010, reconhecerá como Patrimônio Vivo do Estado da Alagoas
mestre e mestras que detenham os conhecimentos ou as técnicas necessárias para
a produção e para a preservação de aspectos da cultura tradicional ou popular
de uma comunidade estabelecida em Alagoas nas áreas de danças e folguedos da
cultura popular, literatura oral e/ou escrita, gastronomia, música, artes
cênicas, artesanato, dentre outras.
Fonte: www.cultura.al.gov.br
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domingo, 10 de março de 2019
quarta-feira, 6 de março de 2019
Qual o sentido da Quarta-feira de Cinzas?
sábado, 9 de fevereiro de 2019
Secult lança edital de Registro do Patrimônio Vivo de Alagoas
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| Mestra do Pastoril, Bertulina, selecionada no edital de 2014.
Nova edição irá
preencher uma vaga para mestre da cultura popular; inscrições seguem até o dia
12 de março
Texto de
Ascom/Secult
A Secretaria de Estado da Cultura
(Secult) lançou o edital de inscrição para o Livro de Registro do Patrimônio
Vivo do Estado de Alagoas, disponível no Diário Oficial do Estado desta
quinta-feira (8). Na edição será uma vaga, destinada à representantes da cultura
popular do Estado. As inscrições seguem até o dia 12 de março.
O edital de inscrição no Livro de
Registro do Patrimônio Vivo do Estado de Alagoas (RPV-AL), criado pela Lei nº
6.513, de 22.09.2004 e alterada pela Lei nº 7.172, de 30.06.2010, reconhecerá
como Patrimônio Vivo do Estado da Alagoas mestre e mestras que detenham os
conhecimentos ou as técnicas necessárias para a produção e para a preservação
de aspectos da cultura tradicional ou popular de uma comunidade estabelecida em
Alagoas nas áreas de danças e folguedos da cultura popular, literatura oral
e/ou escrita, gastronomia, música, artes cênicas, artesanato, dentre outras.
Será considerado apto a receber o
registro de Patrimônio Vivo brasileiro residente em Alagoas há 20 anos, que
tenha participação comprovada em atividades culturais no mesmo período e esteja
capacitado a transmitir seus conhecimentos ou suas técnicas à sociedade, de
forma presencial ou por intermédio dos mais diversos meios de comunicação.
Uma comissão especial composta por
cinco representantes de entidades relacionadas à cultura irá analisar e avaliar
os candidatos, segundo os critérios de sustentabilidade cultural, currículo do
participante, reconhecimento na sua comunidade e por outros segmentos como
transmissor e fomentador desse saber e cultura dos povos tradicionais
(indígenas e/ou quilombolas).
Os candidatos devem se inscrever
através de um formulário padrão disponível no portal da Secretaria de Estado da
Cultura, através do endereço eletrônico www.cultural.al.gov.br e entregá-lo devidamente
preenchido no setor de Protocolo da Secult, de segunda à quinta-feira, das 9h
às 13h, e na sexta-feira, das 9h às 12h. A Secult fica localizada na Praça
Marechal Floriano Peixoto, 517, Centro.
Para o secretário de Estado da Cultura,
Paulo Poeta, reconhecer a arte e a vida dos mestres é uma forma de homenagear
estes personagens marcantes da cultura alagoana. “É importante reconhecer esses
artistas que preservam nossa cultura, repassando os seus saberes populares para
as novas gerações”, disse.
Fonte: www.cultura.al.gov.br
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segunda-feira, 31 de dezembro de 2018
Mensagem do Papa Francisco para o Dia Mundial da Paz 2019 – primeiro de janeiro
domingo, 30 de dezembro de 2018
segunda-feira, 24 de dezembro de 2018
Papa na Missa do Galo: Jesus, alimento de amor e simplicidade
domingo, 23 de dezembro de 2018
Os Três Reis Magos
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Os três reis magos. Foto:
Maciej Sojka / Shutterstock.com
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A tradição dos Três
Reis Magos remonta ao nascimento
de Jesus. As referências a este episódio nos Evangelhos é muito vaga,
não se sabe quantos seriam estes personagens que visitaram a Criança assim que
Ela nasceu, evento que consta no Evangelho de Mateus. Não se sabe com certeza
nem mesmo se eram reis, há pesquisadores que acreditam ser eles sacerdotes
seguidores de Zaratustra, da
Pérsia, ou seus conselheiros. Supõe-se que eram três pelo número de presentes
oferecidos ao Mestre. Seus nomes seriam Melchior, rei da Pérsia; Gaspar, rei da Índia,
e Baltazar,
rei da Arábia, os Santos Reis, porque são considerados bem-aventurados. Eles
ganharam estas denominações cerca de oitocentos anos após o nascimento do
Messias.
Os reis
fizeram uma longa viagem até a manjedoura, lá chegando apenas no dia seis de
janeiro, daí o Dia de Reis ser comemorado nesta data. Narra a tradição que eles
seguiram a estrela que lhes indicava a localização exata de Jesus, e também que
eles teriam oferecido ao Menino ouro, incenso e mirra, o primeiro simbolizando
a realeza de Jesus; o segundo, a sua Natureza Divina, a fé, já que o incenso
era muito usado nos templos para representar as preces que seguem do Homem para
Deus; e o terceiro, a imortalidade e a alusão à sua futura morte no martírio,
pois a mirra era muito utilizada para a preparação dos cadáveres, com o
propósito de conservá-los infinitamente. Ela foi usada também no corpo de Jesus
após a Crucificação. Destes magos e de seus gestos herdamos a tradição de dar
presentes uns aos outros no Natal.
Eles também representavam a humildade dos poderosos que se curvariam diante da Realeza Maior de Jesus, cumprindo as profecias que prediziam a humilhação dos grandes dominadores terrenos e a glorificação dos humildes. É nesse sentido que a Igreja preserva o culto aos Reis Magos, que receberam esse título apenas no século III, cumprindo assim a profecia de que os reis se prostrariam diante Dele. Para o catolicismo, eles representam a obediência aos desígnios divinos, o desprendimento dos patrimônios materiais, o compartilhamento destes bens com os necessitados.
Não há provas históricas da existência desses Reis e no próprio Evangelho são citados apenas por Mateus. Talvez eles sejam apenas um símbolo, uma metáfora da legitimação de Jesus por todos os povos da Terra. O que importa, porém, é que a tradição permanece viva, inclusive através da popular Folia de Reis – festa de origem portuguesa que relembra anualmente a visita dos Reis Magos a Jesus. Em alguns países essa comemoração tornou-se mais importante que o próprio Natal. No Brasil, grupos de pessoas vestidas a caráter visitam algumas casas tocando músicas que glorificam o nascimento do Menino Jesus e a visitação dos Santos Reis. As festas, que se iniciam próximo ao Natal, são encerradas no dia seis de janeiro, quando se comemora o Dia de Reis.
sábado, 15 de dezembro de 2018
QUE FIM LEVARAM AS DEZ TRIBOS PERDIDAS ?
quarta-feira, 12 de dezembro de 2018
Patrimônio Vivo de Alagoas, Mestre Maria Flor morre aos 88 anos
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| Mestra era referência no Guerreiro alagoano, consagrada como a rainha do guerreiro no Estado |
Texto de Paula Nunes
A mestra do Guerreiro Maria Flor
dos Santos, popularmente conhecida como Dona Flor – “Senhora dos Anéis” - ,
faleceu na madrugada de segunda-feira (10.12.2018), aos 88 anos. A causa da
morte não foi divulgada pela família. Mestra Maria Flor era considerado Patrimônio
Vivo de Alagoas pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da
Cultura (Secult), desde 2009.
Sempre lembrada por estar sempre
cheia de enfeites brilhantes e coloridos. Muitas pulseiras, colares e brincos,
roupas de cores vibrantes e vistosas, unhas e lábios sempre pintados de
vermelho, detalhes que sempre remeteram a Maria Flor, uma autêntica rainha,
dentro e fora do guerreiro.
Começou a dançar aos dez anos na
casa de seus pais e muito nova foi Estrela de Ouro e Rainha. Costumava dizer
que a coisa melhor do mundo é o guerreiro. Dona Flor participou do projeto
“Mestre na Escola”, da Secretaria de Estado da Educação, criando, junto com o
mestre Juvenal Leonardo, o belíssimo “Guerreiro das Artes”, no Núcleo de
Extensão Artístico, do CEPA.
Em 2009, foi considerada
Patrimônio Vivo, pela lei de Registro do Patrimônio Vivo de Alagoas, assumindo
o compromisso de repassar o saber e o fazer da nossa cultura popular as novas
gerações, sempre com o objetivo de preservar e divulgar o folclore alagoano.
Mellina Freitas, titular da
Secult, lamenta a morte de Maria Flor. “A cultura alagoana perde uma das
flores. Maria Flor dos Santos, a Dona flor, deixa uma lacuna entre os mestres
da cultura popular. A rainha de Guerreiro será para sempre lembrada por sua
alegria, vibração e amor às nossas tradições. Meu profundo pesar a todos os
amigos e familiares”, disse.
Fonte: www.agenciaalagoas.al.gov.br
terça-feira, 4 de dezembro de 2018
Brasil ocupa 4° lugar em ranking de tributos na conta de luz
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